Direito eclesiástico

Até o século XI o direito eclesiástico moldava-se e funcionava em estreita simbiose com a teologia. Os concílios publicavam tanto decretos doutrinários como cânones que regulavam a vida da Igreja. Ao formular a doutrina teológica, os Padres abordavam diversas questões mais ou menos legais, como por exemplo a instituição do carisma, da lei e da

Normas para utilização da Tradição extrabíblica

1. Nem todas as formas de Tradição têm o mesmo valor para a teologia 2. Todas as formas de Tradição possuem um grande valor para a teologia 3. A fidelidade à Tradição assegura a identidade, não obstante a evolução 4. A Tradição considerada no seu conjunto constitui com a Sagrada Escritura a regra suprema da

A Tradição e as tradições na oficina do teólogo

1. Os símbiolos da fé a) O Símbolo dos Apóstolos b) O Símbolo de Nicéia-Constantinópla c) o Símbolo Atanasiano (Quicumque) 2. A liturgia 3. A fé do Povo de Deus 4. Os Padres e Escitores da Igreja 5. A doutrina dos teólogos 6. A história da Igreja a) Condicionamentos históricos da teologia b) A catarse

A Tradição Apostólica e as tradições

1. A Tradição como atividade e como objeto 2. Tradição constituinte e não constituinte 3. Tradição com “T” maiúsculo e tradição com “t” minúsculo 4. Tradição no tempo e Tradição no espaço A “tradição” (do latim – trado-ere – transmitir) possui no cristianismo numerosos significados, e visto que faz parte dos conceitos básicos em teologia,

Tradição e Sagrada Escritura

Nas discussões que precederam de imediato o Vaticanum II estavam em disputa quatro posições (sem contar as intermediárias):  1. Todo o depósito da fé é propriamente Tradição. Até a Sagrada Escritura deve ser incluída na Tradição (P. Grelot). 2. Propriamente só a Sagrada Escritura é suficiente (sufficientia S. Scripturae). A Tradição cumpre uma função unicamente

Normas para utilização da Sagrada Escritura

1. A Sagrada Escritura deve ser como a alma da teologia 2. A Sagrada Escritura é o livro da Igreja 3. O Antigo Testamento torna-se compreensível à luz do Novo, e o Novo está inserido no Antigo 4. A norma para a interpretação da Sagrada Escritura é o Evangelho 5. É correto na Sagrada Escritura

Bíblia – a Palavra de Deus inspirada

1. A Sagrada Escritura como fala de Deus 2. A Sagrada Escritua como Cristo escrito a) O dinamismo salvífico da Palavra de Deus b) Cristo presente no anúncio do Evangelho Na Sagrada Escritura estamos diante de um texto que informa com competência, transmite uma determinada mensagem (locutio Dei attestans), bem como encontramos um acontecimento –

Concílios e Sínodos

A partir da segunda metade do século II os bispos adotaram o costume de reunir-se para deliberar em conjunto e tomar decisões em questões doutrinárias e da disciplina da Igreja. No século III esse costume generalizou-se em Capadócia, na África. No entanto, tratava-se de reuniões locais, que hoje chamaríamos antes de sínodos. A primeira reunião

Distinção da importância teológica dos pronunciamentos do Magistério

1. Todos os pronunciamentos doutrinários do Magistério da Igreja merecem um grande respeito 2. Nem todos os [ronunciamentos doutrinários do Magoistérios da Igreja envolvem no mesmo nível o seu carisma da infalibilidade 3. O mais alto grau de envolvimento do carisma da infalibilidade do Papa ocorre no seu ensinamento “ex cathedra” 4. O grau de

Tipos e formas dos pronunciamentos do Magistério da Igreja

1. Tipos de pronunciamentos do Magistério da Igreja a) Magistério solene e comumb) Magistério positivo e negativo 2. Formas de pronunciamento do Magistério da Igreja a) Cartasb) Bulasc) Breves pontifíciosd) Constituições apostólicase) Motu propriof) Encíclicas Entre os pronunciamentos da função magisterial da Igreja podemos distinguir as suas categorias ou tipos básicos, bem como as formas

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