ENTREVISTA - DOM JOÃO WILK - "Igreja não pode mudar sua alma, mas deve mudar sua comunicação com o mundo"

Orisvaldo Pires
No intervalo das palestras da manhã do domingo,6, último dia do XVI Congresso Teológico da Diocese de Anápolis, o bispo da Diocese de Anápolis, Dom João Wilk, atendeu a equipe da Pastoral de Comunicação e falou de forma entusiasmada do resultado do encontro para a Igreja local. Ao destacar os estudos sobre o Concílio Vaticano II (1962/1965), refletiu sobre o sentido básico conciliar: “os tempos que mudam querem uma resposta da doutrina que não muda”.Dom João Wilk ensina que a Igreja tem sua natureza perene, eterna, “porque vem de Deus”, mas lembra que a Igreja atua no mundo e que, por isso, “não pode mudar a sua alma, mas deve mudar a sua comunicação com o mundo”. O bispo diocesano fala também sobre a Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), que analisou, entre outros temas, as investidas institucionais sobre o direito à vida, convocou os jovens a participarem da programação da visita da Cruz e do Ícone da Jornada Mundial da Juventude e criticou a banalização da orientação sexual apresentada atualmente aos jovens e adolescentes.
Lançamento do Bote Fé e da Jornada Diocesana da Juventude foi realizado na Cripta da Matriz de Sant'Ana
O Setor Juventude da Diocese de Anápolis promoveu na tarde desta sexta-feira,11, na Cripta da Matriz de Sant’Ana, no centro, o lançamento oficial do encontro denominado ‘Bote Fé’ e da programação da Jornada Diocesana da Juventude. O ‘Bote Fé’, conjunto de ações que une os jovens e as comunidades em torno da visita da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora (símbolos da Jornada Mundial da Juventude marcada para 2013 no Rio de Janeiro), será realizado nos dias 30 e 31 de maio.
"Bote fé" em Anápolis - programação

Em nossa cidade, o "Bote Fé" acontecerá nos dias 30 e 31 de maio, com a chegada da Cruz Peregrina e do ícone de Nossa Senhora. Em seguida, no fim de semana próximo, acontecerá a Jornada Diocesana da Juventude (JDJ), que contará com uma programação divertida para todos os públicos.
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Guido de Anderlecht viveu entre os séculos X e XI, tendo nascido em Brabante, Bélgica. Desde a infância, já demonstrava seu desapego pelos bens terrenos, tanto que, na juventude, distribuiu aos pobres tudo o que possuía e ganhava. Na ânsia de viver uma vida ascética, Guido abandonou a casa dos pais, que eram bondosos cristãos camponeses, e foi ser sacristão do vigário de Laken, perto de Bruxelas, pois assim poderia ser mais útil às pessoas carentes e também dedicar-se às orações e à penitência.
Eusébio nasceu na ilha da Sardenha, no ano 283. Depois da morte do seu pai, em testemunho da fé em Cristo, durante a perseguição do imperador Diocleciano, sua mãe levou-o para completar os estudos eclesiásticos em Roma. Assim, muito jovem, Eusébio entrou para o clero, sendo ordenado sacerdote. Aos poucos, foi ganhando a admiração do povo cristão e do papa Júlio I, que o consagrou bispo da diocese de Vercelli em 345.
Juliana nasceu em Florença no ano de 1270. Era filha única do já idoso casal Caríssimo e Ricordata, da riquíssima disnatia dos Falconieri. De grande tradição na aristocracia, bem como no clero, a família contribuiu ao longo do tempo com muitos santos venerados nos altares da Igreja. Ela era sobrinha de santo Aleixo Falconieri, um dos sete fundadores da Ordem dos Servos de Maria, e como ele também trilhou o caminho para a santidade.
Antônio, que antes se chamava Antipas, nasceu na Ucrânia no ano de 983. Percierskij, na realidade, não é o seu sobrenome, mas sim um apelido e tem um significado: "da gruta". Trata-se de uma referência à cela, escavada por ele mesmo, no vale de Dnjepr, próximo a Kiev, que deu origem à vida monástica russa.
Leonardo, filho de nobres da Corte de França, nasceu no ano 491, quando o imperador era Anastácio. Segundo narrativas, o rei Clodoveu era seu padrinho de batismo. Na juventude, Leonardo não quis seguir a carreira das armas, por isso o seu padrinho quis consagrá-lo seu bispo. Leonardo não aceitou, preferiu ficar ao lado de são Remígio, então bispo de Reims. Mas pediu um privilégio, só destinado aos bispos: poder libertar os prisioneiros que viesse encontrar encarcerados, no que foi prontamente atendido.
Ingrid nasceu perto da metade do século XIII, na nobre família Elovsdotter, na Suécia. Cristãos fervorosos, os pais deram a ela e aos outros filhos uma educação digna dos fidalgos e no rigoroso seguimento de Cristo. A menina, desde os primeiros anos de vida, mostrou-se muito virtuosa, amável, caridosa e pia, surpreendendo a todos com seu cândido ideal religioso.
O povo africano talvez tenha sido o último a receber a evangelização cristã, mas já possui seus mártires homenageados na história da Igreja Católica. O continente só foi aberto aos europeus depois da metade do século XIX. Antes disso, as relações entre as culturas davam-se de forma violenta, principalmente por meio do comércio de escravos. Portanto, não é de estranhar que os primeiros missionários encontrassem, ali, enorme oposição, que lhes custava, muitas vezes, as próprias vidas.
Filipe Benício nasceu no dia 15 de agosto de 1233, no seio de uma rica família da nobreza, em Florença, Itália. Aos treze anos, foi enviado, com seu preceptor, a Paris para estudar medicina. Voltou e foi para a Universidade de Pádua, onde, aos dezenove anos, formou-se em filosofia e medicina. Depois, durante um ano, exerceu a profissão na sua cidade natal.
Os apóstolos Silas, Timóteo e Lucas acompanhavam Paulo em sua segunda missão na Europa, quando chegaram em Filipos, uma das principais cidades da Macedônia, que desfrutava de direitos de colônia romana. Lá encontraram uma mulher que lhes foi de grande valor.







