Diocese de Anápolis

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Dia Mundial de Luta contra a Aids

Comemoração reforça a importância da informação, do cuidado e da solidariedade

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado nesta segunda-feira, 1º de dezembro, a Diocese de Anápolis une-se à Pastoral da Aids e a tantas organizações dedicadas à prevenção, ao cuidado e à defesa da dignidade das pessoas que vivem com HIV. A data é um convite à reflexão, ao compromisso comunitário e à responsabilidade social diante de uma realidade que ainda exige atenção.

A Pastoral da Aids destaca que a epidemia continua sendo um desafio atual, exigindo esforços conjuntos, diversificação de abordagens e defesa dos direitos de quem convive com o HIV. Mesmo com os avanços na prevenção e no tratamento, a Aids permanece como motivo de preocupação, especialmente diante da redução dos recursos destinados ao seu enfrentamento, o que ameaça a continuidade das ações e políticas públicas.

O lema escolhido para este ano reforça o protagonismo da educação e da conscientização: “HIV: por onde for, leve informação.” A informação segue sendo um dos meios mais eficazes para evitar novas infecções, combater o preconceito e promover cuidado responsável.

A mensagem da Pastoral recorda ainda que “Aids existe!” e que só será possível vencer essa epidemia quando forem reduzidas as desigualdades que dificultam o acesso à prevenção, ao diagnóstico oportuno e ao acompanhamento adequado. Promover direitos, garantir informação e acolher quem recebe o diagnóstico são atitudes profundamente cristãs.

Ao longo desta semana, a Pastoral da Aids na Diocese de Anápolis realizará visitas às paróquias para apresentar essa mensagem e distribuir materiais informativos, reforçando o compromisso de levar conscientização e apoio às comunidades paroquiais.

A luz da Palavra de Deus também inspira essa missão. Jesus ensina: “Tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmãos, é a mim que o fazeis.” (Mt 25,40). E São Paulo exorta: “Carregai os fardos uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo.” (Gl 6,2). Assim, romper barreiras de preconceito, acolher e cuidar fazem parte do compromisso evangélico.

Inspirado pela espiritualidade de São Francisco de Assis — que nos ensina a levar amor onde houver ódio e esperança onde houver desespero —, o trabalho junto às pessoas afetadas pela Aids exige proximidade, compaixão e sensibilidade. O Papa Francisco também lembrava que a Igreja é chamada a ser um “hospital de campanha”, onde ninguém é descartado e todos são importantes aos olhos de Deus.

Cada pessoa pode fazer a diferença:
– cuidando de si e dos outros;          
– aproximando-se com respeito de quem vive com HIV;    
– dialogando com familiares e amigos sobre prevenção;     
– combatendo todas as formas de estigma;  
– promovendo a informação, que é sempre o melhor caminho.

Que Maria, Saúde dos Enfermos, interceda por todos os que convivem com o HIV e fortaleça aqueles que trabalham pela prevenção, conscientização e cuidado.

 

Foto: Reprodução/Daysoftheyear
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