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Possuímos uma enorme missão e uma grandiosa tarefa de correr atrás da felicidade, todo o nosso esforço e todo o nosso crescimento é influenciado por esta constante busca, sentimos sede de felicidade, sentimos fome de alegria, porque fomos criados para a felicidade, e ser feliz é uma exigência inerente a todo ser humano, uma necessidade palpável a toda criatura e uma realidade presente na nossa vida.

 Vivemos numa sociedade acelerada, cheia de correrias, atropelos desesperados, impaciência desordenada e um estresse exacerbado; correm atrás da felicidade presente no consumismo exagerado, no materialismo pragmático e nos prazeres miseráveis que passam tão rápido e desparecem com tanta facilidade como poeira ao vento. Vivemos na época do imediatismo cibernético, tudo num só clique, época marcada por tantos avanços tecnológicos que nos traz tantos confortos e facilidades. Tudo em prol da felicidade humana. Somos levados pela ilusão de que o homem se basta por si mesmo, que a ciência superará a religião, que o viver como animal, por extinto, é a forma mais pura e essencialdo ser humano; estamos sendo iludidos e drogados pela fajuta ideia de que seremos felizes quanto mais tivermos, que é no viver de uma vida desregrada cuja sexualidade é banalizada onde encontraremos o segredo da felicidade; e caímos no abismo do vazio, no desespero da solidão, na angustia da miséria humana; uma felicidade que se reduz a busca dos prazeres materiais e sexuais se aniquila, se torna o lixo da humanidade e a miséria do homem e por meio dessa experiência latente na sociedade, se confirma cada vez mais a célebre frase de Santo Agostinho: “Fizeste-nos, Senhor, para Ti e o nosso coração estará inquieto até que descanse em Ti”. Corremos atrás da felicidade, mas esquecemos que o segredo da felicidade não está no fazer muito, mas no ser mais; não no fazer muitas coisas, possuir muitos bens, mas está no ser mais criaturas diante do Criador, ser mais Filhos de Deus que meramente súditos ou empregados, ser mais amigos de Deus que meros colegas ou conhecidos de passagens.

 O evangelho desse domingo da quaresma quer nos recordar a necessidade intrínseca a todo ser humano: Deus é o único que consegue saciar nossa sede de felicidade. Os prazeres que o mundo oferece não consegue preencher o vazio do nosso coração; as drogas que o mundo nos dá não consegue anestesiar a dor de uma criatura que se afasta de seu Criador, os barulhos ensurdecedores das grandes festas nunca conseguirão abafar a voz de nossa consciência que nos dita de forma tão clara a real necessidade que todos nós temos de Deus. Se somos feitos para a felicidade e se nossa felicidade consiste em estar com Deus, não existe tempo mais oportuno que a quaresma para revisarmos nossa vida, recolocar os fundamentos, fortalecer as basesde nossa existência, procurar mais a Deus por meio de uma sincera e contrita confissão, por meio de uma real e devota participação na missa e uma verdadeira adoração a Jesus sacramentado e assim veremos como nossa vida se encherá de paz, viveremos não no frenesi da sociedade, mas na felicidade de estar na companhia de Deus.

 Os lamaçais do mundo não conseguem saciar nossa sede de felicidade, as lavagens dos prazeres que o mundo nos dá não conseguem preencher nossa fome de eternidade. Só Deus nos dá água viva que sacia nossa sede de felicidade, só Ele é o alimento que satisfaz nossa fome de eternidade. Alimentemo-nos desse alimento salutar, façamos a Vontade de Deus que nos fala por meio de sua Igreja, somente assim nossa vida ganhará pleno sentido, nossa existência terá sabor e nossas correrias atrás da felicidade não se tornarão em vão.

Padre Carlito Bernardes

 

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