"O Concílio Vaticano II, vinculativo para a Igreja hoje"
Profº Johannes Grohena
"O Concílio Vaticano II é, e deve continuar sendo para a Igreja Católica, uma expressão do magistério solene e supremo do nosso tempo". É o que foi dito na manhã do dia 17 de janeiro pelo Rev. Profº Johannes Grohe, professor de História da Igreja, em sua palestra sobre o Concílio Vaticano II no contexto de todos os concílios ecumênicos, realizada por ocasião da festa de São Tomás de Aquino, patrono da Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade da Santa Cruz (Santa Croce).
Ao mesmo tempo, deve ser assumida "a sua correspondente importância no diálogo ecumênico, ou seja, em qualquer união com outras Igrejas e comunidades cristãs separadas da Igreja Católica", continuou o professor. Entende-se, portanto, "que não se pode renunciar à necessidade de um recebimento desses textos fundamentais, como tampouco se pode renunciar a receber os outros concílios ecumênicos da Igreja do passado".
Não há dúvida, prosseguiu o estudioso, de que ao longo de dois milênios de concílios ecumênicos, o Vaticano II representa um evento de "importância epocal", "fundamental para a vida da Igreja de hoje", na qual ele deixou "marcas profundas".
Em seu discurso, Grohe também fez menção aos que "põem em dúvida a própria natureza ecumênica do Vaticano II", oferecendo uma gama de referências teológicas e históricas e apresentando estudos que refutam esses questionamentos, destacando a equivocada abordagem metodológica de certos autores.
Mesmo aqueles que desde o início desafiaram a "autoridade" do Sínodo Vaticano, como, por exemplo, "alguns expoentes da minoria conciliar" (Lefebvre e seus seguidores), e, portanto, contestaram o "caráter vinculativo dos documentos conciliares", acabam salvaguardando por outro lado "o aspecto ecumênico do concílio", colocando-o "na mesma linha dos 20 concílios anteriores".
Deve ser claramente entendido que o Concílio aberto em 11 de outubro de 1962 pelo papa João XXIII "não definiu novos dogmas", mas propôs, "com autoridade suprema para toda a comunidade cristã, a doutrina tradicional de modo novo e com uma atitude pastoral nova". Todos os seus decretos têm, portanto, um "valor universal" e "são vinculativos, devendo ser aceitos também por aqueles que desejam entrar em comunhão com a Igreja Católica".
Ag. Zenit, 23/01/2012




João Gonzáles de Castrillo, filho de nobres e cristãos, nasceu em 1430 na cidade de Sahagun, reino de León, Espanha. Estudou na sua cidade natal com os monges beneditinos da abadia de São Facundo, recebendo a ordenação sacerdotal em 1453.
O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.
Bernardino nasceu no dia 1o de dezembro de 1530, na rica e nobre família dos Realino, na ilha de Capri, em Nápoles. O jovem Bernardino aprofundou-se nas ciências humanísticas, estudando na academia de Modena e depois na Universidade de Bolonha, formando-se em filosofia, medicina, direito civil e eclesiástico.
"Albertina foi uma menina que ousou ser santa." Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão - Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação.
No dia primeiro de março de 1838 recebeu o nome de Francisco Possenti, ao ser batizado em Assis, sua cidade natal. Quando sua mãe Inês Friscioti morreu, ele tinha quatro anos de idade e foi para a cidade de Espoleto onde estudou em instituição marista e Colégio Jesuíta, até aos dezoito anos. Isso porque, como seu pai Sante Possenti era governador do Estado Pontifício, precisava a mudar de residência com freqüência, sempre que suas funções se faziam necessárias em outro pólo católico.
Somente a monstruosidade de uma mente assassina, cruel e desumana, poderia conceber o plano executado pelo sanguinário rei Herodes: eliminar todas os meninos nascidos no mesmo período do nascimento de Jesus para evitar que vivesse o rei dos judeus. Pois foi isso que esse tirano arquitetou e fez.
Os cristãos batizados são convidados a santificar-se e os que decidem viver plenamente o mistério pascal de Cristo não têm medo da morte. Porque ele disse: "Eu sou a ressurreição e a vida".
Desde a adolescência Frumêncio teve sua vida marcada por acontecimentos surpreendentes que o levaram a uma região exótica e distante, a Etiópia, no coração da África, da qual se tornou o primeiro bispo. Antes disso, porém, foi discípulo de filósofo, e um escravo muito especial.
Sérgio, mártir da Cesarea, na Capadócia, por muito pouco não se manteve totalmente ignorado na história do cristianismo. Nada foi escrito sobre ele nos registros gregos e bizantinos da Igreja dos primeiros tempos. Entretanto, ele passou a ter popularidade no Ocidente, graças a uma página latina, datada da época do imperador romano Diocleciano, onde se descreve todo seu martírio e o lugar onde foi sepultado.






