
A Pastoral Familiar da Diocese de Anápolis tem em seu calendário para 2012 diversos eventos importantes, como a Semana Nacional da Família em agosto, a Semana da Vida e dia do Nascituro em outubro, entre outros. E ainda, em fevereiro participa do curso intensivo presencial de Pastoral Familiar, em Goiânia, e do Encontro das Famílias com o Papa Bento XVI, de 30 de maio a 3 de junho, em Milão, na Itália.
A coordenadora da Pastoral Diocesana Familiar, Maria do Socorro Galdino, informa que o curso previsto para fevereiro é promoção da Comissão Regional da Pastoral Familiar do Regional Centro-Oeste da CNBB e ocorre nos dias 11 e 12. O curso será aplicado pelo Instituto Nacional da Família e da Pastoral Familiar – INAPAF, com duração de 15 horas, dividido em quatro etapas.
Os cursos desta natureza são destinados a delinear com clareza uma visão sobre a realidade atual da família e situações que requerem uma resposta concreta da Igreja; estrutura e campos de atuação da Pastoral Familiar; conteúdos e métodos para responder aos desafios do trabalho pastoral com a família. Os formadores são João Bosco e Eunides Lugnani, residentes no Paraná, responsáveis pelo núcleo de formação da Comissão Nacional da Pastoral Familiar e coordenadores do INAPAF.
A Diocese de Anápolis participa do curso em Goiânia, segundo informações de Maria do Socorro Galdino, com pelo menos quatro casais e o padre Wolney Ferreira de Aquino. A formação é destinada a preparar agentes de pastoral familiar, tendo em vista a organicidade das pastorais e o fato da família ser do interesse de toda e qualquer pessoa. Os organizadores recomendam a participação de jovens, viúvos (as), solteiros, religiosos, seminaristas, integrantes de movimentos, catequistas, líderes de outras pastorais, casais em segunda união e clero.
A programação do curso revela que o primeiro bloco de formação tem como tema ‘Visão Global’, contemplando a animação, problemática vivida pela família e suas causas, perfil e conceito da Pastoral Familiar. Os demais blocos abordam os setores pré-matrimonial, pós-matrimonial e casos especiais. O curso acontece nas dependências da sede da CNBB em Goiânia, na Rua 93, setor sul.
MADRI
A Diocese de Anápolis vai participar com vinte pessoas, do VII Encontro Mundial das Famílias com o papa Bento XVI, no período de 30 de maio a 3 de junho, em Madri, na Espanha. Segundo Maria do Socorro Galdino, a delegação, além das pessoas de Anápolis, terá representantes de Jaraguá, Pirenópolis, Petrolina de Goiás, Goianésia, e até de São Paulo. O embarque está marcado para 26 de maio.
O grupo terá também a presença do padre Wilmar, da diocese de Goiás; a secretária da Cúria de Anápolis, irmã Marília Alves de Godoi; o juiz da Infância e da Juventude, Carlos José Limongi Sterse; e os padres Anevair José da Silva, Cristiano de Araújo Souza, Edmilson Luiz de Almeida, Juvêncio José Abade, Thiago Henrique de Jesus Monteiro e Wolney Ferreira de Aquino. O encontro tem como tema: “a família, o trabalho, a festa”.
O papa Bento XVI faz votos de que este Encontro Mundial das Famílias seja precedido de uma adequada “preparação pastoral e cultural”. Sugerido em especial, que ao longo de 2011, no trigésimo aniversário da Exortação Apostólica “Familiaris consortio”, “magna charta” da pastoral familiar, se promova, aos vários níveis da vida da Igreja, todo um programa de iniciativas visando refletir sobre as experiências de trabalho e de festa, nos seus aspectos mais positivos, verificando a sua incidência na vivência concreta das famílias.




Francisca Romana tem uma importância muito grande na história da Igreja, por ser considerada exemplo de mulher cristã a ser seguido por jovens, noivas, esposas, mães, viúvas e religiosas, pelo modelo que foi.
Uma tradição muito antiga nos trás a luz sobre a vida de Ângelo. Os registros indicam que ele nasceu em 1185, na cidade de Jerusalém, de pais judeus pela religião, chamados José e Maria, nomes muito comuns na região. E que eles se converteram após Nossa Senhora ter avisado Ângelo, durante as orações, que ele teria um irmão, o que lhes parecia impossível, porque seus pais eram idosos. Mas isso aconteceu. Emocionados, receberam o batismo junto com a criança, à qual deram o nome de João. Mais tarde, ele também vestiu o hábito carmelita.
José Benedito Cotolengo nasceu em Brá, na província de Cuneo, no norte da Itália, no dia 3 de maio de 1786. Foi o mais velho dos doze filhos de uma família cristã muito piedosa. Ele tinha apenas cinco anos quando sua mãe o viu medindo os quartos da casa com uma vara, para saber quantos doentes pobres caberiam neles. Dizia que, quando crescesse, queria encher sua casa com esses necessitados, fazendo dela "seu hospital". O episódio foi um gesto profético. Na cidade de Brá, ainda se conserva tal casa.
O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.
Catarina era apenas uma irmã leiga da Ordem Terceira Dominicana. Mesmo analfabeta, talvez tenha sido a figura feminina mais impressionante do cristianismo do segundo milênio. Nasceu em 25 de março de 1347, em Sena, na Itália. Seus pais eram muito pobres e ela era uma dos vinte e cinco filhos do casal. Fica fácil imaginar a infância conturbada que Catarina teve. Além de não poder estudar, cresceu franzina, fraca e viveu sempre doente. Mas, mesmo que não fosse assim tão debilitada, certamente a sua missão apostólica a teria fragilizado. Carregava no corpo os estigmas da Paixão de Cristo.
Luís Orione nasceu no dia 23 de junho de 1872, em Pontecuore, Itália. A família era pobre e honesta, de trabalhadores rurais. Sua mãe foi uma sábia e exemplar educadora que lhe serviu como modelo, mais tarde. Ao sair da adolescência aspirava ser sacerdote. Com o apoio da família entrou no Oratório salesiano em Turim, cujo fundador João Bosco, depois venerado pela Igreja, ainda estava vivo. O fundador dedicou ao jovem Orione grande estima e lançou no seu coração a semente da futura vocação.
É historicamente reconhecida a influência das ordens religiosas na formação da sociedade européia na Idade Média. Numa época onde a força era a suprema lei e o valor militar de um homem se sobrepunha a todos os outros, os monastérios eram verdadeiros oásis de paz e os monges, os guardiões da cultura, do direito e da liberdade. Talvez o maior defensor dos valores monásticos tenha sido o religioso Domingos de Silos, que valorizava nos mosteiros o ensino não só da agricultura como dos demais ofícios e artes.
O santo de hoje nasceu e faleceu no século V. Nascido na África, inspirado pelo Espírito Santo, ele foi levado para uma outra região no vale do Danúbio. Isso não quer dizer que o lugar que Deus lhe indicou era o melhor. Pelo contrário, desafios econômicos e políticos, falecimento do rei dos Hunos, Átila; destruição naquele lugar por causa das invasões. Enfim, o povo estava perecendo. Para isso que São Severino foi enviado, para ser sinal desse amor de Deus.
Bernarda, era o nome a filha de Francisco Soubirous e Luisa Casterot, nascida em 7 de janeiro de 1844, em Lourdes, uma região montanhosa da França, os famosos Pirineus. Mas era chamada pela forma carinhosa do nome no diminutivo: Bernadete. A família de camponeses era numerosa, religiosa e muito pobre. Desde a infância, a pequena tinha problemas de saúde em conseqüência da asma. Era analfabeta, mas tinha aprendido a rezar o terço, o que fazia diariamente enquanto cuidava dos afazeres da casa.







