
O Catálogo da Diocese de Anápolis, que tem lançamento previsto para os próximos dias, além das informações minuciosas sobre a Igreja Católica na região, traz novidades interessantes em sua edição 2012. O bispo diocesano, Dom João Wilk, insere na publicação documentos essenciais para comunidades e paróquias, estudados e aprovados nos últimos anos. A secretária da Cúria, irmã Marília Alves de Godói, informa que o catálogo deste ano traz, na íntegra, os estatutos do Conselho Administrativo Paroquial (Conapa), do Conselho Pastoral Paroquial (CPP) e do Museu Diocesano. Também disponibiliza à comunidade o Diretório Sacramental Diocesano, aprovado no ano passado pela Assembleia Geral Diocesana.
As informações contidas no Catálogo Diocesano são importantes para clérigos e leigos, com opção de ampliar o conhecimento sobre a realidade da Diocese. De maneira direta auxilia paróquias e pastorais a entender melhor as comunidades que formam a Igreja Católica, em Anápolis e nas demais cidades que compõem a Diocese. Tudo com qualidade gráfica e editorial, com linguagem clara e objetiva. Os dados disponibilizados revelam por exemplo a organização pastoral e administrativa da Diocese, os coordenadores de pastorais e movimentos nas suas variadas dimensões, a divisão das regiões diocesanas, informações históricas e atuais das paróquias e suas capelas, ilustradas com fotos atuais. O leitor pode conhecer todos os membros do Clero, além de seminaristas e religiosos, instituições de ensino, organismos sociais, além do calendário anual com todos os eventos diocesanos.
O catálogo é um projeto elaborado e coordenado pelo próprio bispo Dom João Wilk, que destaca a importância das informações publicadas para as comunidades. Em 2012 o documento traz dados atualizados, inclusive com a nova composição das paróquias depois das transferências de administradores promovidas neste início de ano. A Diocese atualmente conta com 51 paróquias, incluindo a Capelania Hospitar. A Cúria Diocesana informa que o catálogo 2012 está em fase final de preparação e, nos próximos dias será enviado à impressão. A tiragem inicial é de mil exemplares, que neste ano conta com mais páginas e mais dados, assim com volume maior que o anterior. O catálogo, como sempre ocorre a cada ano, será encaminhado às paróquias em Anápolis e demais cidades da Diocese.
CF
A Campanha da Fraternidade 2012 será oficialmente lançada na Diocese de Anápolis durante celebração da Santa Missa, na Catedral do Bom Jesus, no dia 26 de fevereiro, primeiro domingo após a celebração da Quarta-feira de Cinzas. O tema deste ano é ‘Fraternidade e Saúde Pública’, e o lema: ‘Que a saúde se difunda sobre a terra’ (cf. Eclo 38,8). A Missa será presidida pelo bispo Dom João Wilk. Na terça-feira,21, Dom João celebra Santa Missa de encerramento do Festival de Jesus, promovido pela Renovação Carismática Católica. No dia seguinte preside a celebração das Cinzas.
A programação de discussões sobre o tema da Campanha da Fraternidade, mais uma vez, prevê a realização de fóruns e seminários, com participação da sociedade organizada e, em especial, aqueles que trabalham diretamente com saúde. O envolvimento das autoridades político-administrativas também faz parte do processo de debates sobre a Campanha da Fraternidade. O poder público tem papel essencial para qualificar o atendimento à saúde especialmente às pessoas mais necessitadas. A Câmara Municipal, por exemplo, vai agendar a realização de sessão especial para abordar especificamente o tema da Campanha da Fraternidade.
JUBILEU
O ano de 2011 marcou a celebração do Jubileu de Ouro de várias paróquias, entre elas a São Francisco de Assis (Jundiaí), São Sebastião (IAPC), Santo Antônio (Olhos D’Água), Nossa Senhora D’Abadia (Possa D’Abadia) e São Sebastião (Ouro Verde de Goiás). O Santuário Santo Antônio (Centro), também comemorou 50 anos de fundação. O encerramento da programação do Jubileu neste Santuário aconteceu sábado,11, às 17 horas, com celebração de Santa Missa, presidida pelo bispo diocesano Dom João Wilk. A cerimônia teve ainda a presença do reitor, padre Joaquim Pinto Magalhães Filho, e outros padres da Diocese.




No tempo de Jesus Cristo, na época em que a Palestina era apenas uma província romana, os impostos cobrados eram onerosos e pesavam brutalmente sobre os ombros dos judeus. A cobrança desses impostos era feita por rendeiros públicos, considerados homens cruéis, sanguessugas, verdadeiros esfoladores do povo. Um dos piores rendeiros da época era Levi, filho de Alfeu, que, mais tarde, trocaria seu nome para Mateus, o "dom de Deus". Um dia, depois de pregar, Jesus caminhava pelas ruas da cidade de Cafarnaum e encontrou com o cruel Levi. Olhou-o com firmeza nos olhos e disse: "Segue-me". Levi, imediatamente, levantou-se, abandonou seu rendoso negócio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus.
A existência do popularíssimo são Jorge, por vezes, foi colocada em dúvida. Talvez porque sua história sempre tenha sido mistura entre as tradições cristãs e lendas, difundidas pelos próprios fiéis espalhados entre os quatro cantos do planeta.
Ele nasceu em Castelnuovo d'Asti, Itália, em 21 de janeiro de 1851. Também a cidade natal de São João Bosco, "o apóstolo da juventude"; e de seu tio São José Cafasso, irmão de sua mãe. Ambos foram seus orientadores e educadores desde a infância. Assim, José Allamano viveu no seio de uma família extremamente cristã.
A devoção a são Cristóvão é uma das mais antigas e populares da Igreja, tanto do Oriente como do Ocidente. São centenas de igrejas dedicadas a ele em todos os países do mundo. Também não faltam irmandades, patronatos, conventos e instituições que tomaram o seu nome, para homenageá-lo. Ele consta da relação dos "quatorze santos auxiliadores" invocados para interceder pelo povo nos momentos de aflições e dificuldades. Assim, o vigor desta veneração percorreu os tempos com igual intensidade e alcançou os nossos dias da mesma maneira.
João Gabriel Perboyre nasceu em 5 de janeiro de 1802, em Mongesty, na diocese de Cahors, França, numa família de agricultores, numerosa e profundamente cristã. Foi o primeiro dos oito filhos do casal, sendo educado para seguir a profissão do pai.
Isabel Flores y de Oliva nasceu na cidade de Lima, capital do Peru, no dia 20 de abril de 1586. A décima dos treze filhos de Gaspar Flores e Maria de Oliva. À medida que crescia com o rosto rosado e belo, recebeu dos familiares o apelido de Rosa, como ficou conhecida. Seus pais eram ricos espanhóis que se haviam mudado para a próspera colônia do Peru, mas os negócios declinaram e eles ficaram na miséria.
Luís Orione nasceu no dia 23 de junho de 1872, em Pontecuore, Itália. A família era pobre e honesta, de trabalhadores rurais. Sua mãe foi uma sábia e exemplar educadora que lhe serviu como modelo, mais tarde. Ao sair da adolescência aspirava ser sacerdote. Com o apoio da família entrou no Oratório salesiano em Turim, cujo fundador João Bosco, depois venerado pela Igreja, ainda estava vivo. O fundador dedicou ao jovem Orione grande estima e lançou no seu coração a semente da futura vocação.
Vicente de Paulo foi, realmente, uma figura extraordinária para a humanidade. Pertencia a uma família pobre, de cristãos dignos e fervorosos. Nasceu em Pouy, França, no dia 24 de abril de 1581.
Luísa nasceu em 12 de agosto de 1591, filha natural de Luís de Marillac, senhor de Ferrières, aparentado com a nobreza francesa, cujas posses permitiram dar à filha uma infância tranqüila. A menina aos três anos foi para o Convento Real de Poissy, em Paris onde recebeu uma educação refinada, quer no plano espiritual, quer no humanístico.







