O bispo diocesano de Anápolis, dom João Wilk, participou de uma reunião com algumas autoridades e representantes de entidades classistas do município. O encontro ocorreu na manhã de quarta-feira (1/2) e contou com a presença do vereador Sírio Miguel (PSB), do presidente do Conselho de Pastores, Leordino Lopes; do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB - Subseção Anápolis), Antônio Eli; da presidente da comissão de Direitos Humanos da OAB, Beatriz Alcântara e do representante do Conselho da Comunidade, Franklin Delano.
O objetivo da reunião foi organizar uma comissão e cobrar do governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo, a construção do presídio em Anápolis. Desde janeiro estourou nos noticiários locais a superlotação das celas da Delegacia Regional da Polícia Civil. Após liminar do Ministério Público que exigiu que a cadeia municipal não mantivesse um número maior que 168 presos, os detentos tiveram que se alojar nas delegacias da cidade.
Dom João disse que reconhece o problema e a condição subumana que os detentos estão enfrentando nas delegacias. Segundo explicou, o transgressor deve ser punido conforme as leis e a sociedade tem o direito de se defender da violência, mas a punição deve ser feita com dignidade. “Essas condições preocupam os cidadãos e a solução que há tempo está sendo proposta é a construção do novo presídio. Só que não acontece e parece que é um problema mais político do que econômico”, afirmou mencionando que há o terreno, a verba e o projeto, conforme declarações do governo.
O sacerdote também acrescentou que é necessário reunir e formar uma equipe que cobre dos Poderes Executivo, Legislativo e até mesmo do Judiciário que utilize a área para a finalidade que a mesma foi doada. “Precisamos cobrar do estado e do município que esta área não pode ser negligenciada. Vivemos a alegria do discurso que o Brasil é uma potência econômica mundial, mas é uma alegria um pouco artificial porque não se fala em que lugar o Brasil está na questão e violência”.
Para dom João, a violência “não é causa do mal, mas é conseqüência da degradação da comunidade e da família”. O bispo lembrou que a Igreja sempre trabalhou e é sensível às causas sociais, trabalhando os temas através da Campanha da Fraternidade. “Nos últimos anos o assunto tem sido voltado para a dignidade da pessoa humana. Há pouco tempo foi promovia uma Campanha sobre as pessoas presas”.
Sempre a favor da vida, a Igreja, conforme afirmou o bispo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acompanha as reivindicações da população e trabalha em sintonia com organizações e movimentos sociais tomando parte contra o aborto e a favor da vida em todas as suas manifestações. “Nesse momento, quando tomamos essa atitude, de apoiar e aderir ao movimento em prol à construção do presídio, nós queremos aliviar o problema. Não queremos os cidadãos presos, pelo contrário, quem transgrediu deve pagar a pena, mas com dignidade”, finalizou.




As catacumbas romanas atraem devotos e turistas de todo o mundo. Ali estão enterrados os santos dos primeiros anos do catolicismo. Entre eles, do adolescente Pancrácio, com as inscrições confirmando o seu martírio.
Um santo amado e citado por muitos santos, como Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Prudêncio e outros que trouxeram à tona o testemunho desse grande diácono e mártir da Igreja.
Honorato era filho de uma nobre família romana, tendo vivido lá pela metade do século IV. Como todo nobre, recebeu educação elevada que, ao contrário do que esperava a família, usou-a como monge e pastor para firmar-se como líder da Igreja. Converteu-se depois de adulto, mesmo pressionado pelos pais para que abandonasse a fé. Acabou conseguindo converter o irmão, Venâncio.
Os esclarecimentos que se tem sobre o ocorrido com estes missionários franciscanos são devidos a duas cartas encontradas nas suas residências. Os estudiosos consideraram também autêntica a carta de um certo Mariano de Gênova, que escrevera ao irmão Elias de Cortona comunicando o destino glorioso dos missionários. Esse documento teria sido escrito poucos dias após os acontecimentos, e faz parte dos arquivos da Igreja.
Brígida, ou Brigite, nasceu princesa, em 1303, no castelo de Finstad, na Suécia. Descendia de uma casa real muito pia, que forneceu à Igreja muitos santos e que se dedicava a construir mosteiros, igrejas e hospitais com a própria fortuna. Além de manter muitas obras de caridade para a população pobre, Brígida, desde a infância, tinha o dom das revelações divinas, todas anotadas por ela no seu idioma sueco. Depois, as descrições foram traduzidas para o latim e somaram oito grandes volumes, que ainda hoje são fonte de consulta para historiadores, teólogos e fiéis cristãos.
O Monte Sinai está historicamente ligado ao cristianismo. Foi o lugar indicado por Deus para entregar a Moisés as tábuas gravadas com os Dez Mandamentos. É uma serra rochosa e árida que, não só pela sua geografia, mas também pelo significado histórico, foi escolhida pelos cristãos que procuravam a solidão da vida eremítica.
O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais oriundos de Milão, na Itália, no século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à de seus irmãos!
Um ser pleno de virtudes, ciência, sabedoria e fé inabalável, grandioso em todos os sentidos. Frei dominicano, pregador eloqüente, magistral professor das ciências naturais e das doutrinas da fé, escritor, fundador, bispo e, finalmente, doutor da Igreja. Sim, essas qualificações pertencem a santo Alberto Magno, um dos mais importantes da Igreja e da humanidade.







