Mande chamar os presbíteros da Igreja
para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor.
A oração feita com fé salvará o doente e o Senhor o levantará.
E se tiver cometido pecados, receberá o perdão" (Tg 5, 14-15).
Mas também é verdade que Cristo não só deu sentido ao sofrimento mas, também, e muitas vezes o aliviou e o curou. O Sacramento da Unção dos Enfermos realiza essas duas vertentes com relação ao sofrimento: por um lado, cura e alivia; por outro, dá forças para superá-lo e para que haja uma verdadeira santificação e apostolado através da dor e do sofrimento. A graça especial do sacramento da Unção dos Enfermos tem como efeitos:
- a) a união do doente com a paixão de Cristo;
- b) o reconforto, a paz e a coragem para suportar de maneira cristã os sofrimentos da doença ou da velhice;
- c) o perdão dos pecados, se o doente não puder obtê-lo pelo sacramento da Reconciliação;
- d) o restabelecimento da saúde, se isso convier à salvação espiritual; e
- e) a preparação para a passagem à vida eterna.
02. Oriente-se e incentive-se os fiéis que se submeterão a uma cirurgia grave a pedirem, antes de se internarem, que lhes seja administrada a Unção dos Enfermos.
03. Não pode receber este sacramento quem persiste obstinadamente em um pecado grave manifesto. Administre-se este sacramento àquelas pessoas que o pedem ou o pediram – ao menos implicitamente – quando estavam no uso das próprias faculdades.
04. Cada paróquia tenha a Pastoral da Saúde que, em colaboração com os MECEs, visitará os doentes consolando-os na hora da dor e do sofrimento e preparando-os para receberem a Unção. Esta pastoral será uma grande ajuda para que o sacerdote saiba onde e quando deve ministrar o sacramento.
5o Este sacramento pode ser ministrado em qualquer lugar em favor de qualquer fiel doente que o necessite, especialmente nas casas familiares e nos hospitais.
6o Nos tempos fortes do ano litúrgico (Quaresma, Páscoa, Advento, Natal, Dia dos Doentes – 11 de fevereiro e na Semana do Idoso), celebre-se na comunidade a Missa dos Enfermos, oferecendo a possibilidade da recepção do sacramento da Unção dos Enfermos aos que o desejarem, segundo as normas canônicas. Conforme o Ritual, o momento da Unção é depois da homilia e antes da oração dos fiéis.
07. Na medida do possível, promova-se uma celebração mensal, bimestral ou semestral para a bênção da saúde na qual, segundo as circunstâncias, se possa celebrar também o sacramento da Unção dos Enfermos.
08. Os ministros da Unção dos Enfermos são somente o bispo e os sacerdotes. Para conferi-lo, empregue-se o Óleo consagrado pelo Bispo da Quinta-feira Santa. Em situação de perigo de morte iminente o sacerdote, se não estiver munido de Óleo consagrado, pode abençoar outro óleo somente para essa circunstância.
09. O sinal sacramental consiste em unção do doente com o óleo consagrado na fronte e nas mãos, acompanhada pela oração prevista no ritual.
10. Além da unção sacramental com o Óleo consagrado, para evitar incompreensão e confusão entre os fiéis, não se use outro tipo de unção mas somente a bênção da saúde para o enfermo nem se empregue outro óleo bento.
11. Aos que ainda não foram crismados e estão em perigo de morte o sacerdote tem a faculdade de conferir o sacramento da Crisma.
12. Administre-se este sacramento aos doentes que ao menos implicitamente o pediram quando estavam no uso de suas faculdades (cf. cân. 1006)
13. Na dúvida se o doente já atingiu o uso da razão, se está perigosamente doente, ou já está morto, administre-se este sacramento (cf. cân. 1005).
14. A Capelania Hospitalar tem a função de atender espiritualmente todos os hospitais na cidade de Anápolis. Isto, porém, não dispensa os párocos do dever de atenderem os seus paroquianos hospitalizados quando forem chamados.




Albino nasceu no ano 469, no seio de uma família cristã, que se encontrava em ascensão social e financeiramente, também pertencia à nobreza de Vannes, sua cidade natal, na Bretanha. Era uma criança reservada, inteligente, pia e generosa. Ao atingir a adolescência manifestou a vocação pela vida religiosa. Por volta dos vinte anos ordenou-se monge e cinco anos depois era escolhido, pela sua comunidade, o abade do mosteiro de Tintilante, também conhecido como de Nossa Senhora de Nantili, próximo de Samour.
Apelidado de "anjo" na infância, Estanislau Kostka atingiu a juventude guardando todas as virtudes, como um anjo realmente. Mas não faltaram oportunidades para entregar-se aos prazeres mundanos, pois pertencia a uma família polonesa nobre e poderosa.
Marcelino José Benedito Champagnat nasceu na aldeia de Marlhes, próxima de Lion França, no dia 20 de maio de 1789, nono filho de uma família de camponeses pobres e muito religiosos. O pai era um agricultor com instrução acima da média, atuante e respeitado na pequena comunidade. A mãe, além de ajudar o marido vendendo o que produziam, cuidava da casa e da educação dos filhos, auxiliada pela cunhada, que desistira do convento. A família era muito devota de Maria, despertando nos filhos o amor profundo à Mãe de Deus.
Madalena Gabriela Canossa nasceu no dia 1º de março de 1774 na cidade italiana de Verona, que pertencia à sua nobre e influente família. Seu pai faleceu quando tinha cinco anos. Sua mãe abandonou os filhos para se casar novamente. As crianças foram entregues aos cuidados de uma péssima instituição e Madalena adoeceu várias vezes. Por essas etapas dolorosas, Deus a guiou por estradas imprevisíveis.
Neste dia lembramos uma das maiores figuras da teologia católica: Santo Tomás de Aquino. Conta-se que, quando criança, com cinco anos, Tomás, ao ouvir os monges cantando louvores a Deus, cheio de admiração perguntou: "Quem é Deus?".
Santa Genoveva nasceu em Nanterre, próximo de Paris, na França, no ano de 422, dentro de uma família muito simples. Desde cedo, ela foi discernindo o chamado de Deus a seu respeito. Quando tinha apenas 8 anos, um bispo chamdo Dom Jermano estava indo da França para a Inglaterra em missão. Passou por Nanterre para uma celebração e, ao dar a bênção para o povo, teve um discernimento no Espírito Santo e chamou aquela menina de oito anos para a vida consagrada. A resposta dela foi de que não pensava em outra coisa desde pequenina.
Os registros oficiais narram que Juan Diego, para nós João Diego, nasceu em 1474 na calpulli, ou melhor, no bairro de Tlayacac ao norte da atual Cidade do México. Era um índio nativo, que antes de ser batizado tinha o nome de Cuauhtlatoatzin, traduzido como "águia que fala" ou "aquele que fala como águia".
O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que não renunciamos nunca.
Segundo era um soldado pagão, filho de nobres, nascido em Asti, norte da Itália, no final do século I e profundo admirador dos mártires cristãos, que o intrigavam pelo heroísmo e pela fé em Cristo. Chegava a visitá-los nos cárceres de Asti, conversando muito com todos, quantos pudesse. Consta dos registros da Igreja, que foi assim que tomou conhecimento da Palavra de Cristo, aprendendo especialmente com o mártir Calógero de Bréscia, com o qual se identificou, procurando-o para conversar inúmeras vezes.

