Síntese da história da cidade
Segundo historiador Ferreira (1981), em 1870, Gomes de Souza Ramos mudou-se de Bonfim (hoje Silvânia) para região das Antas, atraído pela fertilidade do solo e pela salubridade do clima. Foi criado por sua mãe, dona Ana das Dores de Almeida, no culto à Senhora de Santana e encontrando na região devotos da Santa, resolveu erigir, em sua homenagem, uma capelinha que seria o marco inicial da cidade.
Em 25 de abril de 1870, moradores das imediações do Córrego das Antas doaram uma área de terras para que fosse construída uma capela em louvor a Senhora Santana. O termo de doação foi o primeiro documento histórico assinado nas terras de Santana. "Foram doadores: Joaquim Rodrigues dos Santos, Inácio José de Sousa, Manoel Roiz dos Santos, Camilo Mendes de Moraes e Pedro Roiz dos Santos." (Ferreira: 1981 Senado Federal centro gráfico).
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Antiga igreja de Sant'Ana e a construção da igreja nova.
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Primeiro sacerdote de Anápolis - Pe. Francisco Inácio da Luz (1871 a 1875).
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A tabela a seguir enumera os intendentes de 1892 a 1907:
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1892 - José da Silva (Zeca) Batista
1893 - Intendente eleito, Lopo de Souza Ramos
1895 - Intendente eleito, Antonio de Souza Dutra
1897 - Intendente eleito, Manuel Francisco da Abadia
1899 - Intendente eleito, Antonio Crispim de Souza
1903 - Intendente eleito, Américo Borges de Carvalho
1907 - 31 de julho: Lei municipal eleva a vila de Santana das Antas á categoria de cidade, com o nome de Anápolis. Toma posse o intendente eleito, Joaquim Prudêncio Batista.
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(Fonte: Freitas (1995) Anápolis passado e presente, cronologia págs 23 e 24.)
É instigante constatar que apesar da vila de Santana das Antas ter dado origem a cidade de Anápolis, outra festa religiosa despertou grande destaque no município, a chamada festa do Bom Jesus. Vejamos como isso aconteceu. Segundo Haydée Jayme Ferreira, no início do século XX, viveu em Anápolis uma baiana negra, de nome Terezona (Maria Tereza de Jesus), lavadeira de roupas, sendo um de seus patrões Américo Borges de Carvalho, ex-Intendente municipal deste município. Ela trouxe uma estampa do Senhor Bom Jesus da Lapa, introduzindo aqui a devoção ao Filho de Deus.
De ano para ano, os devotos foram aumentando, os leilões se avolumando, acarretando o crescimento da arrecadação monetária. Percebendo o crescimento da devoção, o então Vigário da Paróquia de Santana, o espanhol Henrique Isquerdo de Oliver, encampou a festa do Bom Jesus, atraindo-a para a Igreja Matriz, em 1913. A construção da capela do Bom Jesus teve início em 1914, sendo que a primeira festa ali realizada teve lugar em 1916. A letra do hino ao Bom Jesus foi composta pela poeta Arlindo Costa. O autor da música não é conhecido.
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Em 1935, era Vigário da Paróquia de Santana, o Cônego João Olímpio Pitaluga. Então, o arcebispo de Goiás, Dom Emanuel Gomes de Oliveira, criou a Paróquia do Bom Jesus, transferindo para ela o Vigário de Santana, que foi substituído, na antiga matriz, pelo Padre Luiz Maria Zephirino. Nos anos 40, os frades franciscanos chegaram em Anápolis e assumiram a Igreja Santana.
(Fonte: Revista imagem Atuai n° 34 Outubro de 1989).
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O quadro a seguir mostra os Párocos
da paróquia de Santana até o ano de 1943: Fonte: Humberto Crispim Borges, História de Anápolis, 1975, CERNE, Goiãnia/ GO.
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Com a criação da paróquia do Bom Jesus, aos 26 de abril de 1935, desmembrada da paróquia de Santana, o cônego João Olímpio Pitaluga, assumiu a paróquia recém criada. A paróquia do Bom Jesus teve como Párocos:
Arquivo diocesano.
Gracy Tadeu Ferreira Ribeiro, Ms. História UFG, Professora de História do Brasil da Unievangélica.
Jairo Alves Leite Diretor, do Museu Histórico de Anápolis, Aluno 5° Período de História da Unievangélica.
Referências bibliográficas:
BORGES, Humberto Críspím, História de Anápolis, II Ed. 1975 CERNE.
FERREIRA, Haydée Jayme, Anápolis sua Vida, seu Povo, Brasília, 1981, SENADO FEDERAL, centro gráfico.
FREITAS, Revalino, Anápolis Passado e Presente. Anápolis, VOGA, 1995.







Francisca Romana tem uma importância muito grande na história da Igreja, por ser considerada exemplo de mulher cristã a ser seguido por jovens, noivas, esposas, mães, viúvas e religiosas, pelo modelo que foi.
Os apóstolos Silas, Timóteo e Lucas acompanhavam Paulo em sua segunda missão na Europa, quando chegaram em Filipos, uma das principais cidades da Macedônia, que desfrutava de direitos de colônia romana. Lá encontraram uma mulher que lhes foi de grande valor.
No primeiro dia de fevereiro de 1242, de repente, todos os sinos do Castelfiorentino em Florença, Itália, começaram a repicar simultaneamente. Quando os moradores constataram que tocavam sozinhos, sem que ninguém os manuseassem, tudo ficou claro, porque eles anunciavam a morte de Veridiana.
Em meados do primeiro milênio depois de Cristo, Hugo, o bispo da diocese francesa de Grenoble, sonhou certa vez com sete estrelas que brilhavam sobre um lugar escuro, muito deserto. Achou estranho. Algum tempo depois, foi procurado por sete nobres e ricos, que queriam converter-se à vida religiosa e buscavam sua orientação, por causa da santidade e do prestígio do bispo.
A evangelização do Vietnã começou no século XVI, através de missionários europeus de diversas ordens e congregações religiosas. São quatro séculos de perseguições sangrentas que levaram ao martírio milhares de cristãos massacrados nas montanhas, florestas e em regiões insalubres. Enfim, em todos os lugares onde buscaram refúgio. Foram bispos, sacerdotes e leigos de diversas idades e condições sociais, na maioria pais e mães de família e alguns deles catequistas, seminaristas ou militares.
Na Itália, Bernardino nasceu na nobre família senense dos Albizzeschi, em 8 de setembro de 380, na pequena Massa Marítima, em Carrara. Ficou órfão da mãe quando tinha três anos e do pai aos sete, sendo criado na cidade de Sena por duas tias extremamente religiosas, que o levaram a descobrir a devoção a Nossa Senhora e a Jesus Cristo.
Segundo um antigo texto da tradição cristã, do século IV, um hebreu de nome Judas teria ajudado nos trabalhos para encontrar a cruz de Cristo na cidade de Jerusalém, promovidos pelo bispo e pela rainha Helena, que era cristã e mãe do então imperador Constantino. Esse hebreu se converteu e se tornou um sacerdote, tomando o nome de Ciríaco, que em grego significa "Patrício", nome comum entre os romanos.
Félix nasceu em Nicósia, na Itália, em 5 de novembro de 1715, filho de Filipe Amoroso e Carmela Pirro, de origem humilde e analfabeto. Diz o postulador de sua causa de canonização, padre Florio Tessari: "Órfão de pai desde seu nascimento, era proveniente de uma família que conseguia sobreviver com muita dificuldade".
Um santo amado e citado por muitos santos, como Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Prudêncio e outros que trouxeram à tona o testemunho desse grande diácono e mártir da Igreja.

