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Antiga igreja de Sant'Ana e a construção da igreja nova.
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Primeiro sacerdote de Anápolis - Pe. Francisco Inácio da Luz (1871 a 1875).
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A tabela a seguir enumera os intendentes de 1892 a 1907:
- 1892 - José da Silva (Zeca) Batista
- 1893 - Intendente eleito, Lopo de Souza Ramos
- 1895 - Intendente eleito, Antonio de Souza Dutra
- 1897 - Intendente eleito, Manuel Francisco da Abadia
- 1899 - Intendente eleito, Antonio Crispim de Souza
- 1903 - Intendente eleito, Américo Borges de Carvalho
- 1907 - 31 de julho: Lei municipal eleva a vila de Santana das Antas á categoria de cidade, com o nome de Anápolis. Toma posse o intendente eleito, Joaquim Prudêncio Batista.
(Fonte: Freitas (1995) Anápolis passado e presente, cronologia págs 23 e 24.)
De ano para ano, os devotos foram aumentando, os leilões se avolumando, acarretando o crescimento da arrecadação monetária. Percebendo o crescimento da devoção, o então Vigário da Paróquia de Santana, o espanhol Henrique Isquerdo de Oliver, encampou a festa do Bom Jesus, atraindo-a para a Igreja Matriz, em 1913. A construção da capela do Bom Jesus teve início em 1914, sendo que a primeira festa ali realizada teve lugar em 1916. A letra do hino ao Bom Jesus foi composta pela poeta Arlindo Costa. O autor da música não é conhecido.
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Em 1935, era Vigário da Paróquia de Santana, o Cônego João Olímpio Pitaluga. Então, o arcebispo de Goiás, Dom Emanuel Gomes de Oliveira, criou a Paróquia do Bom Jesus, transferindo para ela o Vigário de Santana, que foi substituído, na antiga matriz, pelo Padre Luiz Maria Zephirino. Nos anos 40, os frades franciscanos chegaram em Anápolis e assumiram a Igreja Santana.
(Fonte: Revista imagem Atuai n° 34 Outubro de 1989).
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O quadro a seguir mostra os Párocos
da paróquia de Santana até o ano de 1943: |
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PÀROCOS
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ANOS
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Pe. Francisco Inácio da Luz
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Pe. Luís Manuel dos Anos
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Pe. Francisco Xavier da Silva
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Pe. Francisco da Cunha Leal Peixoto
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Pe. João Marques
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Pe. Henrique Is uerdo Oliver
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Pe. Miguel Soler Diego
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Pe. Oscar Ferreira da Silva
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Pe. Angelo Garcia Condovile
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Pe. Abel Ribeiro Camelo
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Pe. João Olímpio Pitaluga
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Pe. Luís Maria Zephirino
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Com a criação da paróquia do Bom Jesus, aos 26 de abril de 1935, desmembrada da paróquia de Santana, o cônego João Olímpio Pitaluga, assumiu a paróquia recém criada.
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PÀROCOS
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ANOS
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Pe. João Olímpio Pitaluga
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Frei Domingos Foley
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Frei Luís Foley
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Pe. Nelson Rafael Fleuri
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Pe. João Olímpio Pitaiuga
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Pe. Gregoriano dos S. Filho
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Pe. Pedro Alexandre Sobrinho
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Pe. Aloísio Catão Torcuato
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Pe. Luiz Ilc
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Pe. Luiz Virtuoso
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Mons. Mário Cuomo
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Pe. Juvêncio José Abade
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Pe. Renato de Lima Lopes
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Pe. Júlio Antônio Peixoto
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Pe. Osvaldo João de Souza
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Arquivo diocesano.
Gracy Tadeu Ferreira Ribeiro, Ms. História UFG, Professora de História do Brasil da Unievangélica.
Jairo Alves Leite Diretor, do Museu Histórico de Anápolis, Aluno 5° Período de História da Unievangélica.
Referências bibliográficas:
BORGES, Humberto Críspím, História de Anápolis, II Ed. 1975 CERNE.
FERREIRA, Haydée Jayme, Anápolis sua Vida, seu Povo, Brasília, 1981, SENADO FEDERAL, centro gráfico.
FREITAS, Revalino, Anápolis Passado e Presente. Anápolis, VOGA, 1995.







Maria de Cléofas, também chamada "de Cléopas", ou ainda "Clopas". É destas três formas que consta dos evangelhos o nome de seu marido, Cléofas Alfeu, irmão do carpinteiro José. Maria de Cléofas era, portanto, cunhada da Virgem Maria e mãe de três apóstolos: Judas Tadeu, Tiago Menor e Simão, também chamados de "irmãos do Senhor", expressão semítica que indica também os primos, segundo o historiador palestino Hegésipo.
João nasceu em 1330, em Nepomuk, na Boêmia, atual República Checa. Apesar de os pais serem pobres e ter idade avançada, João conseguiu formar-se doutor em teologia e direito canônico na universidade de Praga, uma das mais modernas e avançadas da época, fundada pelo rei Carlos IV. Mas desde muito cedo João sabia que sua verdadeira vocação era o sacerdócio, a pregação.
São Canuto nasceu no ano de 1040 na Dinamarca. Filho de um rei, era sucessor natural. Mas aconteceu que, pela sua vida de oração, testemunho, caridade e justiça, quando o pai faleceu, muitos moveram-se com artimanhas para colocar seu irmão no trono de maneira injusta. Quanto à sua posição, ele não era apegado ao poder nem o queria para si, então esperou. Depois do falecimento do irmão, ocupou o seu lugar que era de justiça. Homem de Deus, um sinal para o povo, ele contribuiu para a evangelização. Primeiro, com o seu exemplo, pois acreditava que a melhor forma de educar uma nação é o bom exemplo. Ele viveu para sua esposa e para seu filho Carlos, que mais tarde se tornaria também um santo.
Padre Tiago Alberione, Fundador da Família Paulina, foi um dos mais carismáticos apóstolos do século XX. Nascido em San Lorenzo di Fossano (Cuneo), no dia 4 de abril de 1884, recebeu o batismo já no dia seguinte. A família Alberione, constituída por Miguel e Teresa Allocco e por seis filhos, era do meio rural, profundamente cristã e trabalhadora.
A prodigiosa notícia que temos de são Nicolau de Tolentino diz que, quarenta anos após sua morte, seu corpo foi encontrado ainda em total estado de conservação. Na ocasião, durante os exames, começou a jorrar sangue dos seus braços, para o espanto de todos. Mesmo depois de muitos anos, os ferimentos sangravam de tempos em tempos. Esse milagre a ele atribuído fez crescer sua fama de santidade por toda a Europa e propagou-se por todo o mundo católico.
Nasceu em Roma e entrou muito cedo para a vida religiosa. Filho espiritual e grande amigo de São Bento, tornou-se um beneditino com apenas 12 anos de idade. Realidades daquele tempo, mas que apontam para uma necessidade dos tempos atuais. Ele foi apontado, desde muito cedo, como um exemplo de silêncio e também de correspondência às exigências da vida monacal. Vida de austeridade, de ação, de oração; “ora et labora” de fato.
Os cristãos sempre sofreram intensas perseguições, chacinas e saques durante o transcorrer dos séculos, principalmente no início da formação da Igreja. Tanto que muitos dos escritos foram queimados ou destruídos de outra forma. Por isso a memória da Igreja, às vezes, tem dados insuficientes sobre a vida e a obra de santos e mártires do seu passado mais remoto. Para que essas poucas evidências não se perdessem, ela se valeu das fontes mais fiéis da literatura mundial, que nada mais são do que as próprias narrações das antigas tradições orais cristãs preservadas pela humanidade.
Xisto chegou a adotar uma posição neutra na controvérsia entre pelagianos e semipelagianos do sul da Gália, especialmente contra Cassiano, sendo advertido pelo papa Zózimo. Mas reconheceu o seu erro, com a ajuda de Agostinho, bispo de Hipona, que combatia arduamente aquela heresia, e que lhe escrevia regularmente.
Nesta data as homenagens da Igreja estão voltadas para dois santos com o mesmo nome, Valério e ambos bispos, mas viveram em séculos bem distantes. O primeiro a ser canonizado, foi o da diocese de Treviri. O segundo foi o de Ravena, que pode ser encontrado na outra página.






