1. Skip to Menu
  2. Skip to Content
  3. Skip to Footer>

Calendário Diocesano 2011

E-mail Imprimir PDF
Janeiro Fevereiro Março
Abril Maio Junho
Julho Agosto Setembro
Outubro Novembro Dezembro

JANEIRO

 01 S  Santa Maria Mãe de Deus; Dia Mundial da Paz
 02 D  Epifania do Senhor
 03 S  
 04 T
 05 Q
 06 Q
 07 S
 08 S
 09 D  Batismo do Senhor; 1o. Dom. Tempo Comum
 10 S
 11 T
 12 Q
 13 Q
 14 S
 15 S
 16 D  2o. Dom. Tempo Comum
 17 S
 18 T
 19 Q
 20 Q
 21 S
 22 S  Escola Catequética; RCC - Encontro de Servos
 23 D  3o. Dom Tempo Comum; RCC - Encontro de Servos
 24 S
 25 T
 26 Q
 27 Q
 28 S
 29 S  Past. Familiar - Formação do Método Billings (2a. etapa)
 30 D  4o. Dom . Tempo Comum; Past Familiar - Formação Método Billings (2a. etapa)
 31 S

 

FEVEREIRO

 01 T
 02 Q
 03 Q
 04 S  Past. da Criança - Curso de Cont. Social; Com. Nova Aliança - 20 anos da fundação
 05 S  Past. da Criança - Curso de Cont. SOcial; Com. Nova Aliança - 20 anos da fundação
 06 D  5o. Dom. Tempo Comum; Past. da Criança - Curso de Cont. Social; COm. Nova ALiança - 20 anos da fundação
 07 S
 08 T
 09 Q
 10 Q
 11 S
 12 S
 13 D  6o. Dom. Tempo Comum
 14 S
 15 T
 16 Q
 17 Q  Reunião do COnselho Presbiteral
 18 S  Cursilho: VII Assembléia Diocesana
 19 S  Cursilho: VII Assembléia Diocesana; Past. da Educação - Formação, Reg. 01 - N. Sra. D´Abadia, 09h
 20 D  7o. Dom Tempo Comum; CUrsilho: VII Assembléia Diocesana; Past. de Educação - Formação, Reg. 03
 21 S
 22 T
 23 Q
 24 Q  Reunião do Clero: geral - Girassol
 25 S
 26 S  Escola Catequética; Past. de Educação - Formação - Reg. 02
 27 D  8o. Dom Tempo Comum; Past de Educação - Formação, Reg. 04 - Par. S. Benedito, Nerópolis - 09h; Segue-Me: Formação p/comandantes gerais
 28 S

 

MARÇO

 01 T
 02 Q
 03 Q
 04 S
 05 S  Convívio Vocacional: Seminário 14h; Assembléia dos Religiosos(as) - Col. Auxílium
 06 D  9o. Dom Tempo Comum; Festival de Jesus: Ginásio Carlos de Pina
 07 S  Festival de jesus: Ginásio Carlos de Pina
 08 T  Carnaval. Festival de Jesus: Ginásio Carlos de Pina
 09 Q  Quarta-feira de Cinzas. Abertura da Campanha da Fraternidade - Tema: "Fraternidade e vida no planeta", Lema: "A criação geme em dores de parto" (Rm 8, 22)
 10 Q
 11 S
 12 S  Reunião do COnselho Diocesano de Pastoral Ampliado; Encontro Vocacional Feminino - Par. N. Sra. Aparecida, S. Pedro e S. Paulo
 13 D  1o. Dom QUaresma. Enc. MECE Reg. 01, Catedral Bom Jesus; Equipes de Nossa Senhora - Pós-EACRE
 14 S
 15 T
 16 Q
 17 Q  Reunião do Clero jovem
 18 S
 19 S  Past. da Criança - curso sobre hanseniase
 20 D  2o. Dom. Quaresma. Enc. MECE, Reg. 02, N. Sra. de Fátima
 21 S
 22 T  Reunião do Conselho Presbiteral
 23 Q  Conselho Permanente
 24 Q  Conselho Permanente; 107o. Cursilho masculino
 25 S  Conselho Permanente; Crisma Jaraguá, 19h30; 107o. Cursilho msculino
 26 S  107o. CUrsilho masculino; Escola Catequética; Past. Familiar - Forum CF
 27 D  3o. Dom Quaresma; Enc. MECE Reg. 03 - Posse D´Abadia
 28 S
 29 T
 30 Q
 31 Q  Reunião do Clero: setorial

 

ABRIL

 01 S
 02 S
 03 D  4o. Dom Quaresma; Enc. MECE Reg 04, Nerópolis
 04 S  Aniversário de Sagração Episcopal de Dom João Wilk - Dia do convívio c/ Bispo: padres, diáconos e seminaristas, religiosos(as); CEP-CONSER - 15h
 05 T
 06 Q
 07 Q
 08 S
 09 S  Formação-estudo sobre CPP e CONAPA
 10 D  5o. Dom. QUaresma; Segue-Me: dia cultural; Past. Familiar - formação geral
 11 S
 12 T
 13 Q
 14 Q
 15 S  Reunião Conselho Presbiteral
 16 S
 17 D  Domingo de Ramos; Coleta da Campanha da Fraternidade
 18 S  Semana Santa
 19 T  Semana Santa
 20 Q  Semana Santa
 21 Q  Quainta-feira Santa - Missa do Crisma: Catedral 09h e confraernização do Clero; Tiradentes
 22 S  Sexta-feira Santa - Paixão do Senhor
 23 S  Sábado Santo - Vigília Pascal
 24 D  PÁSCOA DA RESSURREIÃO
 25 S
 26 T
 27 Q
 28 Q  101o. Cursillho feminino
 29 S  101o. Cursilho feminino
 30 S  101o. Cursilho feminino; Escola Catequética

 

MAIO

 01 D  2o. Dom. Páscoa; Beatificaçaõ do Papa João Paulo II - Roma; Festa da Misericórdia - rincão Nova Aliança; 101o. Cursilho feminino; Enc. Diocesano dos Religiosos(as)
 02 S
 03 T
 04 Q  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 05 Q  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 06 S  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida; Convívio vocacional: Seminário, 14h
 07 S  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida; Enc. vocacional feminino - Pàr. N. Sra. Aparecida, S. Pedro e S. Paulo
 08 D  3o. Dom. Páscoa; CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 09 S  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 10 T  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 11 Q  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 12 Q  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 13 S  CNBB - Assembléia Geral - Aparecida
 14 S
 15 D  4o. Dom Páscoa; Formação de catequistas - setorial; Segue-Me - formação p/padrinhos de sírculo; Dia Int. da Família; Mov. Sac. Mariano - retiro
 16 S  
 17 T  Curso de Secretárias(os) paroquiais
 18 Q
 19 Q  Reunião Conselho Presbiteral
 20 S
 21 S  Escola de Missionários
 22 D  5o. Dom Páscoa; Crisma S. Joaquim - 09h; Escola de Missionários
 23 S
 24 T
 25 Q
 26 Q  Reunião do Clero; Congresso Teológico (padres e diáconos)
 27 S  Congresso Teológico (padres)
 28 S  Congresso Teológico (geral; Escola Catequética
 29 D  6o. Dom Páscoa; Congresso Teológico (geral); Crisma Sagr. Coração de Jesus, 19h
 30 S
 31 T

JUNHO

 01 Q
 02 Q
 03 S
 04 S  Convívio vocacional: Seminário, 14h; Crisma S. Cristóvão, 17h; Past. da Criança: avaliação e planejamento; 5o. Segue-Me - 2a. etapa
 05 D  Ascensão do Senhor; Past. da Criança: avaliação e planejamento; 5o. Segue-Me - 2a. etapa
 06 S
 07 T
 08 Q
 09 Q  1o. aniversário da morte do 1o. Bispo Dom Epaminondas José de Araújo
 10 S  
 11 S
 12 D  Pentecostes; Crisma N. Sra. D´Abadia, 19h; Cursilho - XXXV Assembléia Regional (Goiânia)
 13 S  Cursilho - XXXV Assembléia Geral Regional (Goiânia)
 14 T  Reunião Conselho Presbiteral; Cursilho - XXXV Assembléia Geral Regional (Goiânia)
 15 Q  
 16 Q  
 17 S  Crisma Jaragua, 19:30h; 108o. Cursilho masculino
 18 S  108o. Cursilho masculino
 19 D  Santíssima Trindade (12o. Dom. Tempo Comum); Crisma Divino Pai Eterno, 09h; Crisma Petrolina, 19h; 108o. Cursilho masculino; Segue-Me: formação p/jovens e casais pós-encontro; Past. Familiar: Assembléia e formação geral 
 20 S
 21 T
 22 Q
 23 Q  CORPUS CHRISTI (SSmo. Corpo e Sangue de Cristo)
 24 S
 25 S
 26 D  13o. Dom. Tempo Comum; Crisma N. Sra. Rosa Mística, 19h
 27 S
 28 T
 29 Q
 30 Q  Reunião do Clero: setorial

 

JULHO 

 01 S  Sagr. Coração de Jesus
 02 S  Crisma Sant´Ana, 17h
 03 D  14o. Dom. Tempo Comum; S. Pedro e S. Paulo; Cursilho: Ultreya festiva
 04 S  Retiro do Clero, 18h
 05 T  Retiro do Clero
 06 Q  Retiro do Clero
 07 Q  Retiro do Clero
 08 S  Retiro do Clero, 12h
 09 S
 10 D  15o. Dom. Tempo Comum
 11 S  Curso p/Câmara Eclesiástica, CDC - Goiânia
 12 T  Curso p/Câmara Eclesiástica, CDC - Goiânia
 13 Q  Curso p/Câmara Eclesiástica, CDC - Goiânia
 14 Q  Curso p/Câmara Eclesiástica, CDC - Goiânia
 15 S  Curso p/Câmara Eclesiástica, CDC - Goiânia; Crisma Sta. Clara, 19h
 16 S  Past. Familiar: formação método Billings (1a. etapa)
 17 D  16. Dom Tempo Comum; Past. Familiar: formação método Billings (1a. etapa)
 18 S
 19 T
 20 Q
 21 Q
 22 S
 23 S  Escola Catequética
 24 D  17o. Dom. Tempo Comum; Escola Catequética; Segue-Me: 4a. gincana diocesana
 25 S
 26 T  Sant´Ana - Padroeira da Diocese
 27 Q
 28 Q
 29 S
 30 S
 31 D  18o. Dom. Tempo Comum

 

AGOSTO

 01 S
 02 T
 03 Q
 04 Q
 05 S
 06 S  Convívio vocacional: Seminário, 14h; Encontro vocacional feminino, Par. N. Sra. Aparecida, S. Pedro e S. Paulo
 07 D  19o. Dom. Tempo Comum; Dia do padre
 08 S
 09 T
 10 Q
 11 Q
 12 S
 13 S  Abertura da Semana Nacional da Família
 14 D  20o. Dom. Tempo Comum; Dia dos Pais; Semana Nacional da Família
 15 S  Semana Nacional da Família
 16 T  Semana Nacional da Família
 17 Q  Semana Nacional da Família
 18 Q  Semana Nacional da Família
 19 S  Semana Nacional da Família
 20 S  Semana Nacional da Família
 21 D  Assunção de Nossa Senhora; Dia dos Religiosos(as)
 22 S
 23 T
 24 Q
 25 Q  Reunião do Clero: geral - Par. Sto. Antônio; 102o. Cursilho feminino
 26 S  102o. Cursilho feminino

 27 S

 2a. Reunião do Conselho Diocesano de Pastoral Ampliado; Escola Catequética; 102o. Cursilho feminino
 28 D  22o. Dom. Tempo Comum; Dia dos Leigos; 102o. Cursilho feminino; Congresso Catequético
 29 S
 30 T
 31 Q

 

SETEMBRO

 01 Q
 02 S
 03 S  Convívio vocacional: Seminário, 14h
 04 D  23o. Dom. Tempo Comum
 05 S  CEP Regional
 06 T
 07 Q  Independência do Brasil
 08 Q
 09 S  Retiro-animação Pastoral dos Surdo-mudos
 10 S  Retiro-animação Pastoral dos Surdo-mudos
 11 D  24o. Dom. Tempo COmum; Retiro-animação Pastoral dos Surdo-mudos
 12 S
 13 T  Encontro de atualização pastoral (dia todo)
 14 Q  Encontro de atualização pastoral (dia todo)
 15 Q
 16 S
 17 S
 18 D  25. Dom. Tempo Comum
 19 S
 20 T
 21 Q
 22 Q  Reunião Conselho Presbiteral; 109o. Cursilho masculino
 23 S  109o. Cursilho masculino
 24 S  Escola Catequética; Crisma Damolândia; 109o. Cursilho masculino
 25 D  26. Dom. Tempo Comum; Dia da Bíblia; 109o. Cursilho masculino; Past. Familiar: formação geral; RCC - Enc. da Bíblia, CEJP
 26 S
 27 T
 28 Q
 29 Q
 30 S

 

OUTUBRO

 01 S  Convívio vocacional: Seminário, 14h; Encontro vocacional feminino, Par. N. Sra. Aparecida, S. Pedro e S. Paulo
 02 D  27o. Dom. Tempo Comum; Semana Nacional da Vida; Enc. MECE Reg. 01 - Par. S. João Batista; Crisma Campo Limpo
 03 S  Semana Nacional da Vida
 04 T  Semana Nacional da Vida
 05 Q  Semana Nacional da Vida
 06 Q  Semana Nacional da Vida
 07 S  Semana Nacional da Vida
 08 S  Dia do Nascituro
 09 D  28o. Dom. Tempo Comum; Enc. MECE Reg. 02: Par. Sto. Antônio; Enc. Diocesano dos Religiosos(as); Mov. Sac. Mariano: formação
 10 S  
 11 T
 12 Q  N. Sra. Aparecida
 13 Q  Enc. Clero jovem - Abadiânia
 14 S
 15 S
 16 D  29o. Dom. Tempo Comum; Enc. MECE Reg. 03 - Pirenópolis; Enc. Infância Missionária - Par. Sto. Antônio; Setor Juventude - formação p/lideranças jovens; Crisma Terezópolis, 19h
 17 S
 18 T  Enc. Secretárias(os) paroquiais
 19 Q
 20 Q  Reunião Conselho Presbiteral; 103o. Cursilho feminino
 21 S  103o. Cursilho feminino; Crisma S. Judas Tadeu
 22 S  103o. Cursilho feminino; Escola Catequética; 2o. Seminário Diocesano da past. Familiar
 23 D  30o. Dom. Tempo Comum; Enc. MECE Reg. 04: Jaraguá; 103o. Cursilho feminino; 2o. Seminário Dioc. da past. Familiar; Crisma Jaranápolis, 19h
 24 S
 25 T
 26 Q
 27 Q  Reunião do Clero - planejamento 2012 - Sant´Ana
 28 S  Convívio vocacional: Seminário
 29 S  Convívio vocacional: Seminário; 6o. Enc. Segue-Me - 2a. etapa; Crisma S. João Batista; Crisma S. Sebastiaõ
 30 D  31. Dom. Tempo Comum; Convívio vocacional: Seminário; 6o. Enc. Segue-Me - 2a. etapa; Formação de Catequistas: setorial; Crisma SSma. Trindade
 31 S

 

NOVEMBRO

 01 T
 02 Q  Dia dos Finados
 03 Q
 04 S
 05 S  Convívio vocacional: Seminário, 14h; Encontro vocacional feminino - Par. N. Sra. Aparecida, S. Pedro e S. Paulo; Crisma Nova Veneza
 06 D  32o. Dom. Tempo Comum - Todos os Santos; Crisma Cocalzinho, 19h
 07 S  CEP Regional
 08 T  CONSER
 09 Q  CONSER / Enc. Regional de avaliação e planejamento 2012
 10 Q  Enc. Regional de avaliação e planejamento
 11 S  6a. Assembléia Diocesana
 12 S  6a. Assembléia Diocesana
 13 D  33o. Dom. Tempo COmum; Segue-Me - confraternização geral c/ jovens da 2a. etapa; Crisma Pirenópolis, 19h
 14 S
 15 T  Proclamação da República; Confraternização Diáconos Permanentes; Crisma Girassol, 19h
 16 Q  
 17 Q  Reunião Conselho Presbiteral; Crisma Alexânia;
 18 S  Crisma Petrolina, 19h
 19 S  Past. da Criança- curso de brinquedos e brincadeiras; Crisma Sto. Antônio; Crisma S. João Evangelista
 20 D  Solenidade de Cristo Rei, Campanha para a Evangelização; Ordenações; Past. da Criança - curso de brinquedos e brincadeiras; Crisma N. Sra. de Fátima
 21 S
 22 T  Crisma Alexânia, 19h
 23 Q  Crisma Cap. S. Vicente (Par. Sagr. Família), 19h
 24 Q  Reunião do Clero: setorial; Crisma Jaraguá. 19h30
 25 S  Crisma Sant´Ana, 19h
 26 S  Escola Catequética; RCC - Enc. de Servos; Crisma N. Sra. de Lourdes
 27 D  1o. Dom. Advento; RCC - Enc. de Servos; Crisma N. Sra. do Carmo
 28 S
 29 T  Crisma Sagr. Família, 19h
 30 Q  Crisma S. Francisco, 19h

 

DEZEMBRO

 01 Q  Crisma S. Francisco, 19h
 02 S
 03 S  ECC - entrega de pastas e formação p/ dirigentes 1a, 2a, 3a. etapas - N. Sra. D´Abadia; Crisma N. Sra. Aparecida, S. Pedro e S. Paulo, 19h
 04 D  2o. Dom. Advento; ECC - entrega de pastas e formação p/ dirigentes 1a, 2a, 3a etapas; Crisma Nerópolis, 09h; Crisma Sta. Clara, 19h
 05 S
 06 T
 07 Q
 08 Q  Ordenações; Feira da Solidariedade
 09 S  Feira da Solidariedade
 10 S  Feira da Solidariedade; Crisma Goianápolis, 19h30
 11 D  3o. DOm. Advento; Feira da Solidariedade; Segue-Me - formação p/ eqipes dirigentes 2012; Crisma S. José Operário, 19h
 12 S
 13 T
 14 Q
 15 Q
 16 S
 17 S  Escola Catequética
 18 D  4o. Dom Advento; Coleta Campanha para a Evangelização; Enc. Regional dos Religiosos(as); Crisma S. Cristóvão, 09h
 19 S
 20 T
 21 Q
 22 Q  Reunião Conselho Presbiteral
 23 S
 24 S
 25 D  Natal do Senhor
 26 S  Confraternização natalina do Clero
 27 T
 28 Q
 29 Q
 30 S  Sagrada Família
 31 S

 

Última atualização em Dom, 08 de Maio de 2011 22:29  

História dos Santos

Santo Ambrósio

0712 ambrosioConselheiro e pai espiritual de três imperadores romanos, Graciano, Valentiniano II e Teodósio I, Ambrósio é o símbolo da Igreja nascente, após os sofridos anos de perseguições e vida escondida. Foi graças à sua atuação que a Igreja de Roma conseguiu tratar com o poder público sem servilismo.

Tanto que Ambrósio chegou a repreender asperamente o imperador Teodósio I, obrigando-o a fazer uma penitência pública por ter massacrado a população da Tessalônica para conter uma revolta. A sua figura representa o ideal de bispo pastor, que se deve impor como símbolo de liberdade e de pacificação para o Povo de Deus.

Nasceu em Trèves, atual Alemanha, por volta do ano 339. Era de família cristã: seu pai era alto funcionário do Império Romano, governador de uma província do outro lado dos Alpes, no norte da Itália. Quando o pai morreu, a família foi para Roma, onde Ambrosio estudou direito, retórica e iniciou sua carreira jurídica.

Certa vez, estava em Milão quando o bispo morreu. Bom jurista e funcionário imperial, procurou evitar um conflito nas novas eleições eclesiásticas com um discurso firme e muito sensato. Foi tão sereno e equilibrado que, ao final, a assembléia o aclamou o novo bispo de Milão. Muito surpreso, recusou, dizendo que essa não era a sua intenção, até porque era um pecador, e não era ainda batizado, ainda se preparava para esse sacramento. Mas não adiantou. Logo foi batizado e consagrado.

Desde então, dedicou-se com afinco ao estudo das Sagradas Escrituras. Não era intelectual, mas suas obras litúrgicas, comentários sobre as Escrituras e tratados ascético-morais o fizeram especialista da doutrina cristã e da arte de administrar a comunidade cristã a ele confiada.

A marca do seu apostolado foi impressa pela importância que deu aos valores da virgindade de Maria e dos mártires de Cristo. Considerado o pai da liturgia ambrosiana, recebeu com mérito o título de doutor da Igreja.

Os livros de sua autoria que chegaram até nós são, quase todos, a reprodução de suas pregações e sermões. Agostinho, convertido por ele e um dos seus ouvintes freqüentes, conta que o prestígio dos sermões do bispo Ambrósio de Milão era enorme, graças ao eficaz tom de voz e sua eloqüência com a escolha das palavras. Por isso foi chamado de "o apóstolo da amizade".

Morreu em Milão, em 4 de abril de 397, uma Sexta-Feira Santa. Santo Ambrósio é venerado no dia 7 de dezembro, data em que, no ano 374, foi aclamado pela população bispo de Milão.

Santo Ildefonso

23ildefonsoNasceu no ano de 606, em Toledo, no dia 8 de dezembro. Um homem de oração, foi discernindo a vontade de Deus também nas perdas. Ficou órfão e, em meio aos bens que possuía, fez de tudo para a construção de um mosteiro para religiosos. Um homem de discernimento, que não quer dizer sem medo, sem dificuldades.

Os santos não foram super-homens, mas pessoas de carne e osso que foram se deixando transformar por Aquele que é o santo dos santos: Jesus Cristo. Ele que, pelo poder do Espírito Santo, opera maravilhas no coração que se abre.

Santo Ildefonso, um coração aberto para as vontades de Deus, mesmo contra a própria vontade. Aconteceu que o Bispo de sua localidade havia falecido e o povo o elegeu. Ele se escondeu num convento, mas foi descoberto e aceitou este grande serviço para o povo de Deus. Foi um grande instrumento de Deus e devoto da Santíssima Virgem.

Ele propagou a Festa da Expectação de Nossa Senhora, em 18 de dezembro – Nossa Senhora do Ó, como ficou conhecida. Fruto desse amor, ele recebeu a graça de uma aparição da Virgem Maria, chamando-o de “meu capelão” e presenteando-o com uma casula do céu. Assim diz o seu testemunho.

Um homem revestido de humildade, de vida, de oração na vida sacramental, por isso foi um grande pastor para o seu povo. Não evangelizou sozinho, pois os santos bem sabiam e continuam a saber o quanto nós precisamos uns dos outros para que a evangelização aconteça, para que muitos conheçam esse doce nome que tem nosso Senhor Jesus Cristo. Os santos foram aqueles que se consumiram pelo Evangelho para que muitos conheçam Jesus Cristo.

Santa Teresa Eustochio Verzeri

3marcAna Maria Teresa Eustochio Josefa Catarina Inácia Verzeri, ou como apenas Teresa Eustochio Verzeri, como ficou conhecida, nasceu no dia 31 de julho de 1801, em Bérgamo, Itália. Era a primogênita dos sete filhos de Antonio Verzeri e da condessa Helena Pedrocca-Grumelli. Desde criança, aprendeu de sua mãe, cristã muito devota, a conhecer e a amar a Deus acima de tudo e a qualquer preço.

Os estudos iniciais ela fez em casa. Inteligente, dotada de espírito aberto, quando menina, queria ser rapaz, para empreender nobres façanhas, como Santo Inácio, nas fileiras de Cristo. Da infância até a idade madura, deixou-se iluminar pelo Espírito da Verdade, percorrendo o caminho de libertação, de pureza, de retidão e de simplicidade que a levou a buscar "Deus só". Interiormente, viveu a particular experiência mística da "ausência de Deus", enfrentando um dos problemas da experiência religiosa de hoje: o peso da solidão humana diante da sensação inquietante de distância e de silêncio de Deus.

Entretanto, com uma fé inabalável, Teresa não deixou de confiar e de se abandonar ao Deus Vivo, Pai providente e misericordioso, a quem entregou a própria vida, em atitude de obediência dialogante. Como em Jesus, seu grito de solidão se transformou em oferta total de si mesma por amor.

Após uma experiência de vida religiosa entre as monjas beneditinas de Santa Grata, em Bérgamo, percebeu que sua vocação era o apostolado ativo. Orientada pelo Mons. Benaglio, seu diretor espiritual, aos vinte e cinco anos iniciou obras de assistência às crianças pobres e abandonadas. Atraindo para seu ideal jovens generosas e disponíveis, com as quais em 1831, fundou a Congregação das Filhas do Sagrado Coração de Jesus.

A primeira metade de 1800, foi um período de grandes transformações na história da Itália, da sociedade de Bérgamo e do mundo, marcado por mudanças políticas, por revoluções, por perseguições que não pouparam a Igreja, atingida, também, pela crise de valores, resultante da Revolução Francesa. Ela percebeu com clareza a urgência e as necessidades do seu tempo e abraçou sua missão, de orientadora espiritual, evangelizadora e pedagoga.

Após consolidar sua obra em várias cidades italianas, Teresa faleceu no dia 03 de março de 1852, num gesto total de oblação a Deus. Foi beatificada pelo Papa Pio XII em 1946, e canonizada pelo Papa João Paulo II, em 2001. As suas relíquias são veneradas na capela da escola das Filhas do Sagrado Coração de Jesus, em Bérgamo; recebendo as homenagens no dia de sua morte.

Como educadora, pautou sua ação e seus escritos na pedagogia do elogio, concretizada no binômio: bondade-firmeza e no respeito à liberdade. Animadas por esse espírito, as Filhas do Sagrado Coração de Jesus continuam, hoje, a missão de Santa Teresa Eustochio Verzeri, na Itália, no Brasil, na Argentina e Bolívia, na República Centro-Africana e em Camarões, na Índia e na Albânia.

São Pacômio

0905 pacomioPacômio nasceu no Egito, em 287, na Tebaida. Filho de pais pagãos, cheios de superstições e idolatrias, desde a infância mostrou grande aversão a tudo isso. Aos vinte anos de idade foi convocado para o exército imperial e acabou ficando prisioneiro em Tebes. Foi quando fez o seu primeiro contato com os cristãos, cuja religião até então lhe era desconhecida.

À noite, na prisão, recebeu um pouco de alimento de alguns cristãos, que, escondidos, conseguiram entrar. Comovido com esse gesto de pessoas desconhecidas, perguntou quem havia mandado que fizessem aquilo e eles responderam: "Deus que está no céu". Nessa noite, Pacômio rezou com eles para esse Deus, sentindo já nas primeiras palavras ouvidas que esta seria a sua doutrina. O Evangelho o tocou de tal forma que ele se converteu e voltou para o Egito, onde recebeu o batismo.

Depois, compartilhou durante sete anos a companhia de um ancião eremita de nome Palemon, que vivia dedicado à oração. A princípio, o ancião não quis aceitá-lo a seu lado, porque sabia que a vida de solidão e orações não era nada fácil. Mas Pacômio estava determinado e convenceu-o de que deveria ficar.

Um dia, durante suas caminhadas, Pacômio ouviu uma voz que lhe dizia para inaugurar ali, exatamente naquele lugar, um mosteiro onde receberia e acolheria muitos religiosos. Depois, apareceu-lhe um anjo que o ensinou como deveria organizar o mosteiro.

Pacômio pôs-se a trabalhar arduamente e o deixou pronto. As profecias que ele ouviu se concretizaram e muitas pessoas se juntaram a ele. Monges, eremitas e religiosos de todos os lugares pediram admissão no mosteiro de Pacômio, que obteve a aprovação do bispo Atanásio, santo e doutor da Igreja. Até seu irmão João, que distribuiu toda a sua riqueza entre os pobres, uniu-se a ele.

Com Pacômio nasceu a vida monástica, ou cenobítica, no Egito, não mais com um chefe carismático que agregava ermitãos reunidos em pequenos grupos em torno de si, mas uma comunidade de religiosos, com regras precisas de vida em comum na oração, contemplação e trabalho, a exemplo dos primeiros apóstolos de Jesus.

Pacômio ainda abriu mais oito mosteiros masculinos e um feminino. Sua fama de santidade espalhou-se pelo Egito e pela Ásia Menor. Foi agraciado por Deus com o dom da profecia e morreu no ano de 347, vítima de uma peste que assolava o Egito na época. Até o século XII, havia, ainda, cerca de quinhentos monges da Ordem de São Pacômio.

São Pacômio, o eremita, até hoje é considerado um dos representantes de Deus que mais prestaram serviço à Igreja católica. Sua festa litúrgica ocorre no dia 9 de maio.

São João da Mata

1712 joaoA missão de salvar cristãos prisioneiros dos turcos foi mostrada a João da Mata em uma visão que teve ao celebrar logo a sua primeira missa. Essa foi a motivação que tornou possível a Ordem da Santíssima Trindade e da Redenção dos cativos, ou somente Padres Trinitários, como são conhecidos, que tinha como objetivo resgatar cristãos presos e mantidos como escravos pelos inimigos muçulmanos. Nessa época, o Império Otomano, dos turcos muçulmanos, dominava aquelas regiões.

A nova Congregação foi fundada em 1197 por João da Mata, com o apoio do religioso Félix de Valois, considerado seu co-fundador, também celebrado pela Igreja. A autorização da Igreja veio através do papa Inocêncio III, um ano depois. Mas João, antes de procurar o auxilio de seu contemporâneo Félix, já levava uma vida social e religiosa voltada para a luta a favor dos oprimidos.

João da Mata nasceu em 23 de junho de 1152, em Francon, no sul da França, e desde pequeno mostrou sua preocupação para com os injustiçados. Ele chegava a dividir com os pobres todo o dinheiro que recebia dos pais para seu divertimento. Depois de tornar-se sacerdote e ter-se doutorado em teologia em Paris, procurou Félix, que vivia recluso e solitário, com o qual conviveu por três anos. Nesse período, planejaram a criação da nova Ordem e a melhor maneira de lutar pela liberdade dos cristãos, então subjugados, segregados e muitos mantidos em cativeiro.

Para isso ele ergueu, então, a primeira comunidade em Cerfroi, região deserta nos arredores de Paris, que depois se tornou a Casa-mãe da Ordem dos Trinitários. De lá os sacerdotes missionários formados passaram a soltar os cativos, levando-os, em triunfo, a Paris. O próprio João da Mata organizou uma expedição à África, onde resgatou, pessoalmente, um grande número de cristãos em cativeiro. Em uma segunda viagem, caiu nas mãos dos muçulmanos, foi espancado e deixado sangrando pelas ruas de Túnis, na Tunísia.

Recuperou-se, reuniu os cristãos e os embarcou num navio que devia levá-los a Roma. O barco acabou sendo atacado, teve as velas rasgadas e o leme quebrado. Os registros e a tradição contam que João da Mata tirou o manto, rezou, transformou-o numa vela, pediu a Deus que guiasse o navio e, assim, chegaram ao porto da cidade italiana de Óstia. Depois, muitos outros cristãos foram libertados dessa maneira, na África, pelos integrantes que engrossavam a nova Congregação.

A Ordem dos Trinitários cresceu tanto que seu fundador teve de construir várias outras casas comunitárias, tamanha era a solicitação para o ingresso. João da Mata morreu santamente, no dia 17 de dezembro de 1213. O papa Inocêncio XI elevou à honra dos altares são João da Matha, cuja celebração foi estabelecida para o dia de sua morte.

São Francisco de Paula

0204Tiago era um simples lavrador que extraia do campo o sustento da família. Muito católico, tinha o costume de rezar enquanto trabalhava, fazia seguidos jejuns, penitências e praticava boas obras. Sua esposa chamava-se Viena e, como ele, era boa, virtuosa e o acompanhava nos preceitos religiosos. Demoraram a ter um filho, tanto que pediram a são Francisco de Assis pela intercessão da graça de terem uma criança, cuja vida seria entregue a serviço de Deus, se essa fosse sua vontade. E foi o que aconteceu: no dia 27 de março de 1416, nasceu um menino que recebeu o nome de Francisco, em homenagem ao Pobrezinho de Assis.

Aos onze anos, Francisco foi viver no convento dos franciscanos de Paula, dois anos depois vestiu o hábito, mas teve de retornar para a família, pois estava com uma grave enfermidade nos olhos. Junto com seus pais, pediu para que são Francisco de Assis o ajudasse a ficar curado. Como agradecimento pela graça concedida, a família seguiu em peregrinação para o santuário de Assis, e depois a Roma. Nessa viagem, Francisco recebeu a intuição de tornar-se um eremita. Assim, aos treze anos foi dedicar-se à oração contemplativa e à penitência nas montanhas da região.
Viveu por cinco anos alimentando-se de ervas silvestres e água, dormindo no chão, tendo como travesseiro uma pedra. Foi encontrado por um caçador, que teve seu ferimento curado ao toque das mãos de Francisco, que o acolheu ao vê-lo ferido.

Depois disso, começou a receber vários discípulos desejosos de seguir seu exemplo de vida dedicada a Deus. Logo Francisco de Paula, como era chamado, estava à frente de uma grande comunidade religiosa. Fundou, primeiro, um mosteiro e com isso consolidou uma nova ordem religiosa, a que deu o nome de "Irmãos Mínimos". As Regras foram elaboradas por ele mesmo. Seu lema era: "Quaresma perpétua", o que significava a observância do rigor da penitência, do jejum e da oração contemplativa durante o ano todo, seguida da caridade aos mais necessitados e a todos que recorressem a eles.

Milhares de homens decidiram abandonar a vida do mundo e foram para o mosteiro de Francisco de Paula, por isso teve de fundar muitos outros. A fama de seus dons de cura, prodígios e profecia chegou ao Vaticano, e o papa Paulo II resolveu mandar um comissário pessoalmente averiguar se as informações estavam corretas. E elas estavam, constatou-se que Francisco de Paula era portador de todos esses dons. Ele previu a tomada de Constantinopla pelos turcos, muitos anos antes que fosse sequer cogitada, assim como a queda de Otranto e sua reconquista pelos cristãos.

Diz a tradição que os poderosos da época tinham receio de suas palavras proféticas, por isso, sempre que Francisco solicitava ajuda para suas obras de caridade, era prontamente atendido. Quando não o era, ele dizia que não deviam esquecer que Jesus dissera que depois da morte eles seriam inquiridos sobre o tipo de administração que fizeram aqui na terra, e só essa lembrança era o bastante para receber o que havia pedido para os pobres.
Depois, o papa Sixto IV mandou que Francisco de Paula fosse à França, pois o rei, Luís XI, estava muito doente e desejava preparar-se para a morte ao lado do famoso monge. A conversão do rei foi extraordinária. Antes de morrer, restabeleceu a paz com a Inglaterra e com a Espanha e nomeou Francisco de Paula diretor espiritual do seu filho, o futuro Carlos VIII, rei da França.

Francisco de Paula teve a felicidade de ver a Ordem dos Irmãos Mínimos aprovada pela Santa Sé em 1506. Ele morreu aos noventa e um anos de idade, no dia 2 de abril de 1507, na cidade francesa de Plessis-les-Tours, onde havia fundado outro mosteiro. A fama de sua santidade só fez aumentar, tanto que doze anos depois, em 1519, o papa Leão X autorizou o culto de são Francisco de Paula, cuja festa litúrgica ocorre no dia de sua morte.

São Calisto I

1410 calistoi"Todo pecado pode ser perdoado pela Igreja, cumpridas as devidas penitências." A frase conclusiva é do papa Calisto I, ao se posicionar no combate às idéias heréticas, surgidas dentro do clero, que iam contra a Igreja.

Calisto entendia muito bem de penitência. Na Roma do século II, ele nasceu num bairro pobre e foi escravo. Depois, liberto, sua sina de sofrimento continuou. Trabalhando para um comerciante, fracassou nos negócios e foi obrigado a indenizar o patrão, mas decidiu fugir, indo refugiar-se em Portugal. Encontrado, foi deportado para a ilha da Sardenha e punido com trabalhos forçados. Porém foi nessa prisão que sua vida se iluminou.

Nas minas da Sardenha, ele tinha contato direto com os cristãos que também cumpriam penas por causa da sua religião. Ao vê-los heroicamente suportando o desterro, a humilhação e as torturas sem nunca perder a fé e a esperança em Cristo, Calisto se converteu.

Depois de alguns anos, os cristãos foram indultados e Calisto retornou à vida livre, indo estabelecer-se na cidade de Anzio, onde adquiriu reconhecimento dos cristãos, como diácono. Quando o papa Zeferino assumiu o governo da Igreja, chamou o diácono para trabalhar com ele. Deu a Calisto várias missões executadas com sucesso. Depois o nomeou responsável pelos cemitérios da Igreja.

Chamados de catacumbas, esses cemitérios subterrâneos da via Ápia, em Roma, tiveram importância vital para os cristãos. Além de ali enterrarem seus mortos, as catacumbas serviam, também, para cerimônias e cultos, principalmente durante os períodos de perseguição. Calisto começou suas escavações, organizou-as e valorizou-as.

Nelas mandou construir uma capela, chamada Cripta dos Papas, onde estão enterrados quarenta e seis pontífices e cerca de duzentos mil mártires das perseguições contra os cristãos.

Com a morte do papa Zózimo, o clero e o povo elegeram Calisto para substituí-lo, mas ele sofreu muita oposição por causa de sua origem humilde de escravo. Hipólito, um dos grandes teólogos do catolicismo e pensadores da época, era o principal deles. Hipólito tinha um entendimento diferente sobre a Santíssima Trindade e desejava que determinados pecados não fossem perdoados. Entretanto o papa Calisto I manteve-se firme na defesa da Igreja, rompendo com Hipólito e seus seguidores, respondendo a questão com aquela frase conclusiva. Anos depois, Hipólito reconciliar-se-ia com a Igreja, tornado-se mártir da Igreja por não negar sua fé em Cristo.

O papa Calisto I governou por seis anos. Nesse período, concluiu o trabalho nas catacumbas romanas, conhecidas, hoje, como as catacumbas de são Calisto. Em 222, ele se tornou vítima da perseguição, foi espancado e, quase morto, jogado em um poço. No local, agora, acha-se a igreja de Santa Maria, em Trastevere, que guarda o seu corpo, em Roma.

Santa Francisca Romana

9marcFrancisca Romana tem uma importância muito grande na história da Igreja, por ser considerada exemplo de mulher cristã a ser seguido por jovens, noivas, esposas, mães, viúvas e religiosas, pelo modelo que foi.

Francisca Bussa de Buxis de Leoni nasceu em 1384, em uma nobre e tradicional família romana cristã e, desde jovem, manifestou a vocação para uma vida de piedade e penitência. Queria ser uma religiosa, mas seu pai prometeu-a em casamento ao jovem Lourenço Ponciano, também cortejado por ser nobre e muito rico. Contudo, era um bom cristão e os dois se completaram, social e espiritualmente. Tiveram filhos, cumpriam suas obrigações matrimoniais com sobriedade e serenidade, respeitando todos os preceitos católicos de caridade e benevolência. Dedicavam tanto tempo aos pobres e doentes que sua rica casa acabou se transformando em asilo, ambulatório, hospital e albergue, para os necessitados e abandonados.

O casal teve seis filhos que deveriam ser apenas fontes de felicidade para os pais, porém acabaram por se tornar a origem de muita dor e sacrifício. Numa sucessão de acontecimentos Francisca viu morrer três de seus filhos. Roma, naquela época, atravessou períodos terríveis de sua história, sendo flagelada por duas guerras, revoluções, epidemias, fome e miséria. Francisca ainda assistiu outro dos filhos ser feito refém, enquanto o marido se tornava prisioneiro, depois de ferido na guerra. Mesmo assim, continuou sua obra de caridade junto aos necessitados, vendendo quase tudo que tinha para mantê-la. Foi justamente nesse período que recebeu o título de "Mãe de Roma".

Freqüentava a igreja de padres beneditinos de Santa Maria Nova e ali reuniu as ricas amigas da corte romana para trabalharem em benefício da sociedade. Mesmo sem vestirem hábito algum, sem emitirem votos e sem formarem uma família religiosa, pois, viviam uma vida normal de mães e donas de casa, mas encontrando tempo para se dedicarem à comunidade carente. Quando o marido morreu, Francisca entregou-se de maneira definitiva à vida religiosa, fundando com algumas dessas companheiras, também viúvas, a Ordem das Irmãs Oblatas Olivetanas de Santa Maria Nova.

Tinha cinqüenta e seis anos quando morreu, no dia 09 de março de 1440, depois de ser eleita superiora pelas companheiras de convento. Sua biografia oficial registra ainda várias manifestações da graça do Senhor em sua vida, como a presença constante e real de um anjo da guarda.

Foi proclamada Santa Francisca Romana em 1608 e considerada mística, pela Igreja. Narram os registros que, quando morreu, foram necessários três dias para que toda a população de Roma pudesse visitar seu caixão, de tanto que era admirada e querida pelo povo, devotos e fiéis.

São Timóteo

26timoteoSua vida foi marcada pela evangelização, pela santidade de São Paulo e também de São João Evangelista. A respeito dele, certa vez, São Paulo escreveu em uma de suas cartas: "A Timóteo, filho caríssimo: graça, misericórdia, paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, Nosso Senhor!" (II Timóteo 1,2).

Nesta carta, vamos percebendo que ele foi fruto de uma evangelização que atingiu não somente a ele, mas também sua família: “Quando me vêm ao pensamento as tuas lágrimas, sinto grande desejo de te ver para me encher de alegria. Confesso a lembrança daquela tua fé tão sincera que foi primeiro a de tua avó Lóide e de tua mãe, Eunice e, não tenho a menor dúvida, habita em ti também”. (II Timóteo 1,4-5) Por isso, São Paulo foi marcado pelo testemunho de São Timóteo, que se deixou influenciar também por São Paulo. Tornou-se, mais tarde, além de um apóstolo, um companheiro de São Paulo em muitas viagens.

Primeiro bispo de Éfeso, foi neste contexto que ele conheceu e foi discípulo de Nosso Senhor seguindo as pegadas do Evangelista João.

Conta-nos a tradição que, no ano de 95, o santo havia sido atingido por pagãos resistentes à Boa Nova do Senhor e, por isso, martirizado. São Timóteo, homem de oração, um apóstolo de entrega total a Jesus Cristo. Viveu a fé em família, mas também propagou a fé para que todos conhecessem Deus que é paz.

Peçamos a intercessão desse grande santo para que sejamos apóstolos nos tempos de hoje.

São Timóteo, rogai por nós!