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LINHA 4 - DIMENSÃO LITÚRGICA
Dimensão 4 - MOTIVAÇÃO E OBJETIVOS
"A renovação litúrgica acentuou a dimensão celebrativa e festiva da fé cristã centrada no mistério pascal de Cristo Salvador, em particular na Eucaristia. Têm-se fortalecido a responsabilidade e a vigilância com relação às verdades da Fé, ganhando em profundidade e serenidade de comunhão" (Doc. Aparecida, 99b).
PASTORAL LITÚRGICA E CANTO PASTORAL
A existência das equipes litúrgicas é indispensável para uma correta celebração dos Sacramentos, de modo especial da Santa MIssa Dominical. Por meio deste serviço, é possibilitado aos fiéis participar ativamente da liturgia naquilo que lhes é próprio: comentários, canto litúrgico, leituras etc.
As pessoas que compõem as equipes litúrgicas devem ser constantemente formadas para a crescente compreensão dos mistérios celebrados e prestar um serviço qualificado para a dignidade da celebração e para ajudar os fiéis na frutuosa participação do mesmos.
O canto litúrgico é importante para animar a assembléia litúrgica. Deve corresponder rigorosamente às normas estabelecidas pela própria liturgia, levando em conta o caráter de cada período do Ano Litúrgico e de cada parte da Santa Missa.
MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA COMUNHÃO EUCARÍSTICA
A instituição dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística - MECE, foi inciativa do Papa Paulo VI e promulgada com a Instrução "Immensae caritatis" da Congregação para a Disciplina dos Sacramentos, em 29 de janeiro de 1973.
Os Ministros Extraordinários são normalmente leigos ou religiosos(as) idôneos, escolhidos entre os paroquianos pelo pároco ou administrdor paroquial e instituídos pelo Bispo Dicoesano, a quem foi dada esta faculdade pelo Santo Padre.
Distinguem-se dos Ministros Ordinários da Eucaristia, que são bispos e sacerdotes para a celebração da Eucaristia e a distribuição da Sagrada Comunhão, e os diáconos para a distribuição da Comunhão aos fiéis.
Por se tratar do ministério extraordinário, a faculdade é concedida por tempo determinado, por exemplo para dois anos.
A função dos MECEs é ajudar o celebrante a distribuir a Santa Comunhão na Santa Missa e a levá-la aos enfermos.
Atualmente na Diocese de Anápolis existem 1070 Ministros Extraordinários divididos entre as 4 regiões pastorais da Diocese (reg. 1: 466; reg. 2: 250; reg. 3: 168; reg. 4: 195). Recebem a formação pelos seus párocos ou administradores paroquiais. Duas vezes por ano acontecem, nas quatro Regiões Pastorais, encontros de oração, espiritualidade e formação permanente.
Prestam um valioso serviço para a pastoral diocesana.
ACÓLITOS E COROINHAS
É o serviço específico junto ao altar, ajudando o sacerdote na celebração dos Sacramentos, principalmente da Santa Missa.
Normalmente atuam meninos na idade infantil ou de primeira adolescência. Conserva-se o nome tradicional de "coroinha", tipicamente brasileiro, porque é um grupo que faz parte do corpo litúrgico, fica perto do altar e assim faz "coroa" ao mistério celebrado.
O nome "acólito", como primeiro significado, refere-se aos seminaristas que se preparam para a Ordenação Diaconal e Sacerdotal. É conferido depois do "leitorato" e antes do "diaconato". É considerado ministério instituído, ou seja formal e oficial para quem almeja ser diácono e depois sacerdote. Cabe oas acólitos a missão de auxiliar os sacerdotes e os diáconos no desempenho de suas funções sagradas, e também a de distribuir a sagrada Comunhão aos fiéis, mesmo doentes, como ministros extraordinários.
Em alguns casos, se dá o nome de "acólito" aos jovens que servem ao altar, para distiguí-los de coroinhas. É apenas um nome de uma função junto ao altar, é distinto do caráter e da função dos acólitos instituídos.
Ultimamente a Igreja permitiu que também as meninas pudessem prestar este serviço ao altar. A escolha depende dos critérios de cada pároco ou administrador paroquial.
A preparação e a formação dos coroinhas e dos acólitos é de competência de cada paróquia, sob a responsabiulidade do pároco ou administrador paroquial. O grupo, de coroinhas ou acólitos, é sempre acompanhado por pessoas adultas, de preferência casais.
PASTORAL DO CONSOLO
Pastoral do Consolo ou da Esperança, é o nome dado ao apostolado junto às famílias enlutadas, que perderam seus entes queridos. Ela promove orações nos dias de velórios e dias que antecedem a Missa do 7o. Dia, e ajuda a cultivar a fé na ressurreição e na vocação de cada ser humana para a eternidade.
Cada paróquia organiza a sua pastoral segundo as suas necessidaes e possibilidades pastorais.
COMISSÃO DE ARQUITETURA E ARTE SACRA
Está ainda em fase de formação. A Comissão de Arquitetura e Arte Sacra é composta por alguns padres e profissionais, está sendo criada com a finalidade de assessorar os sacerdotes no planejamento e na elaboração dos projetos de novas igrejas e instalações em sua finalidade pastoral. Atendendo à observação nas reformas dos templos busca ainda assessorar o Bispo Diocesano na aprovação dos mesmos. Além disso, com observação das normas de engenharia, determinações das instâncias civis e normas litúrgicas, tem como finalidade acompanhar a execução dos projetos.
TRADIÇÕES POPULARES E FOLCLÓRICAS
São, principalmente, as Cavalhadas, Folias, Festas do Divino Espírito Santo, onde a religiosidade se mistura com o folclore e com o cultivo das tradições populares. São presentes particularmente nas mais importantes cidades históricas da Dicoese: Corumbá, Jaraguá e Pirenópolis. Alguns elementos discordantes do espírito religiosos são cuidadosamente acompanhados e corrigidos pelos sacerdotes, para que não tirem o caráter sagrado das respectivas festas religiosas. As tradições populares são fortemente enraizadas na alma do povo, lembram a história das cidades, atestam o pasado católico das mesmas e constituem verdadeiro patrimônio cultural dos seus habitantes.
A Igreja considera essas expressões como espaços para a evangelização e para um diálogo entre a fé e a cultura do povo.
MUSEU DIOCESANO DE ARTE SACRA
Museu Diocesano de Arte Sacra é uma entidade criada pela Diocese de Anápolis para preservar e conservar os bens culturais-religiosos, móveis e imóveis, que atestam o passado religioso e artístico da região.
O Museu tem a sua Unidade Matriz e instalações junto à Cúria Diocesana, em Anápolis. Possui também três Unidades Locais: Corumbá, Jaraguá e Pirenópolis, principais cidades históricas da Diocese. Rege o Museu o Estatuto, de acordo com as normas museológicas brasileiras e a legislação eclesiástica a este respeito, com Diretoria Geral. As Unidades Locais têm um Regimento Interno que aplica de forma concreta as prescrições contidas no Estatuto. O Presidente do Museu é o Bispo Diocesano.
O Museu Diocesano de Arte Sacra trabalha em estreita colaboração com o IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional) e com IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus).
As peças sacras de valor artístico-histórico, de propriedade da Igreja, foram catalogas pelo IPHAN e registradas nas devidas instâncias nacionais e internacionais.

No centro do Coliseu romano, o bispo cristão aguarda ser trucidado pelas feras, enquanto a multidão exulta em gritos de prazer com o espetáculo sangrento que vai começar. Por sua vez, no estádio, cristãos incógnitos, misturados entre os pagãos, esperam, horrorizados, que um milagre salve o religioso. Os leões estão famintos e excitados com o sangue já derramado na arena. O bispo Inácio de Antioquia, sereno, esperava sua hora pronunciando com fervor o nome do Cristo.
Narrada por santo Odilo, abade de Cluny, que conviveu com ela, a vida de santa Adelaide emociona pelos sofrimentos que passou. De rainha tornou-se prisioneira, sofreu maus-tratos e passou por diversas privações para, depois, finalmente, assumir um império. Tudo isso dentro da honestidade, vivendo uma existência piedosa, de muita humildade e extrema caridade para com os pobres e doentes.
Barnabé não fez parte dos primeiros doze apóstolos escolhidos por Jesus. Mas acompanhou o Senhor e os apóstolos naqueles primeiros dias. Quando assistiu a um milagre realizado por Jesus Cristo, que diante de seus olhos curou um paralítico, aquele bondoso judeu resolveu pedir admissão entre seus discípulos. Aceito, vendeu um campo de plantações que possuía para doar seu dinheiro aos apóstolos, como conta Lucas nos Atos. Assim era Barnabé, homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé, segundo narram as Sagradas Escrituras.
No ano 257, o imperador romano Valeriano ordenou uma perseguição contra os cristãos. No início, parecia mais branda do que a imposta por Décio. Ela tinha mais uma conotação repressora, porque proibia as reuniões dos cristãos, fechava os acessos às catacumbas, exilava os bispos e exigia respeito aos ritos pagãos. Mas não obrigava a renegar a fé publicamente. Entretanto, no ano seguinte, Valeriano ordenou que os bispos e padres fossem todos mortos.
Matias, o apóstolo "póstumo". É assim chamado porque surgiu depois da morte do apóstolo Judas Iscariotes, o traidor. Alguns teólogos se referem à ele como o décimo terceiro apóstolo, pois foi eleito para ocupar esse posto, conforme consta dos Atos dos Apóstolos, na Bíblia.
No dia 17 de junho de 1603, nasceu, no reino de Nápoles, na aldeia de Copertino, um menino de nome José. Era o filho mais novo da família Desa, cujo pai, um pobre carpinteiro, mal conseguia sustentar a família. Ele veio ao mundo num pequeno estábulo, onde permaneceu nos primeiros meses de vida, porque o pai, endividado, teve de vender o pouco que possuíam.
Félix Porro nasceu na pequena província agrícola de Cantalício, Rieti, Itália, em 1515. Filho de uma família muito modesta de camponeses, teve de trabalhar desde a tenra idade, não podendo estudar. Na adolescência, transferiu-se para Cittaducale, para trabalhar como pastor e lavrador numa rica propriedade. Alimentava sua vocação à austeridade de vida, solidariedade ao próximo, lendo a vida dos Padres, o Evangelho e praticando a oração contemplativa, associada à penitência constante e à caridade cristã.
O "Dia de Reis" é uma das festas tradicionais mais singelas celebrada em todo o mundo católico. Neste dia se comemora a visita de um grupo de reis magos (Mt 2 1 -12), vindos do Oriente, para adorar a "Epifania do Senhor". Ou seja, o nascimento de Jesus, o Filho por Deus enviado, para a salvação da humanidade.
Clemente foi o quarto papa da Igreja de Roma, ainda no século I. Vivia em Roma e foi contemporâneo de são João Evangelista, são Filipe e são Paulo; de Filipe era um dos colaboradores e do último, um discípulo. Paulo até citou-o em seus escritos. A antiga tradição cristã apresenta-o como filho do senador Faustino, da família Flávia, parente do imperador Domiciano. Mas foi o próprio Clemente que registrou sua história ao assumir o comando da Igreja, sabendo do perigo que o cargo representava para sua vida. Pois era uma época de muitas perseguições aos seguidores de Cristo.






